14 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 39

"""Problemas"""




Justin's POV
   Aquilo soava como o almoço mais estranho da minha vida. Porque, em geral, eu falava muito, entre uma garfada e outra, mas não hoje. E nem era por estar ocupando a boca com comida... Aliás, mal comi, coloquei a menor quantidade de comida possível no meu prato, assim, tive que escutar uma dona Pattie preocupada pelo motivo de eu estar “assim”. Se ela soubesse como eu REALMENTE estava...
  
     Admito que fiquei feliz  quando “aquilo” acabou e, eu finalmente pude ir para o meu quarto, ficar sozinho. Eu adorava a companhia deles, mas só por agora, eu, realmente, não queria ficar acompanhado.
Assim que abri a porta do meu tão conhecido cômodo, me joguei sobre a cama, colocando meu travesseiro sobre o rosto. Eu estava me esforçando muito para não chorar. É, eu estava morrendo de vontade de deixar umas lágrimas caírem, mas não ia deixar isso acontecer. Não ia mesmo...  DROGA DE LÁGRIMA ESTÚPIDA VOLTA PARA O OLHO, POR FAVOR!

     - Mas, sério, eu vou acabar com você agora...

    Era a voz de Chris, vinda de fora do quarto. Ele parecia estar se aproximando, assim, tratei de limpar, o mais rápido possível, qualquer vestígio de choro, em meu rosto. E, segundos depois, os três patetas entraram pela porta do meu quarto.

     - Cara, você não tem chance contra mim! – afirmou Ryan, indo em direção ao meu vídeo-game, que ficava ao lado da televisão.
     - Ah, calem as bocas, seus... – resmungou Chaz. – Ih, cara, está fazendo o quê aí?
     - Estou D-E-I-T-A-D-O. – pronunciei devagar, já que era tão óbvio.
     - Ah, jura? – ele ironizou. – Sai dessa cama e, vem jogar com a gente logo. Se você quiser, eu até finjo que você ganhou, ok?
     - Finge? Aham, até parece... Eu derrotaria vocês três em um piscar de olhos, mas... – suspirei. – Hoje não!

    Voltei a cobrir o rosto com o travesseiro e, estranhamente, ouvi um silêncio no quarto. De qualquer forma, permaneci do jeito que estava, até sentir três novos pesos na cama.  Dei uma pequena espiada e, percebi os três bestas sentados na minha cama, me encarando com uma cara não muito boa.

     - Quê?- perguntei, estranhando aquelas expressões.
     - Ah, nada! – afirmou Chaz. – Só estamos esperando para saber se você vai contar logo o que está acontecendo ou nós teremos que te torturar até você desembuchar... 
     - Vocês estão malucos? Não está acontecendo nada! – é, eu não sei MESMO mentir.
    - Ah, não?- Chris perguntou e eu senti uma pontinha de sarcasmo em sua voz.- Claro, você sempre recusa uma partida do seu jogo favorito, não é?

    Dei de ombros, suspirando.

    - Ah, é, quase esquecemos o seu suspiro do tipo “está tudo dando errado”... – apontou Ryan.
    - Agora os meus suspiros tem mensagens subliminares, é? – perguntei fingindo estar “surpreso”.
    - Justin, para de enrolar e fala logo! – berrou Chaz, impaciente.
    - NÃO! – gritei, jogando o travesseiro na cara de novo.
    - Você tem quantos anos, hein? – chiou Ryan. – Três?
    - Provavelmente. – devolvi. – E vocês têm muito tempo para ficar me enchendo a paciência?
    - Temos! – respondeu Chris, igualmente impaciente. – Praticamente a vida toda!
    - ARGH, ok, se eu contar vocês vão embora?- perguntei, só para checar.
    - Talvez...

    Respirei fundo, antes de sussurrar de forma inaudível o que realmente me “incomodava”. Obviamente os três patetas não escutaram e, me fizeram falar de novo e de novo. Até que Ryan não aguentando mais, "explodiu":

     - JUSTIN, FALA DIREITO, CARAMBA!
     - AH, É? OK, ENTÃO, EU AMO A (SEU NOME). ESTÃO FELIZES AGORA, FOFOQUEIROS? – berrei, irritado.

    Tentei me acalmar um pouco, sem sucesso. Mas percebi que os três se entreolharam de uma forma estranha e, não entendi porquê. Até que após um suspiro, Chris perguntou:

     - Ok, agora, por favor, conte o seu problema DE VERDADE!

     COMO ASSIM? Eles querem um problema maior que esse. ALÔ, só eu consigo ter raciocínio lógico nessa casa?

     - ESSE é o meu problema de verdade! – esclareci.
     - ISSO? – chiou Chaz – Isso nem é um problema de verdade. E todo mundo já sabe...
     - Claro que é um problema de ver... Espera aí! Que negócio é esse de “todo mundo já sabe”?
     - Ah, qual é, Justin? – Ryan pareceu surpreso - Só sendo retardado para não ter sacado isso ainda, né? Quando a (Seu Nome) chega perto de você, imediatamente um letreiro imaginário luminoso acende em cima da sua cabeça com a seguinte frase “(Seu Nome), eu te amo. Dá para perceber ou está difícil?”.
     - Pois é... – concordou Chris. – Então, teoricamente, você não tem problema nenhum.
     - COMO ASSIM NÃO TENHO PROBLEMA? – perguntei, indignado. – Acordem, eu estou apaixonado pela (Seu Nome) e, eu já estou cansado de SÓ FICAR com ela. Eu quero que ela seja MINHA, SÓ MINHA! Mas eu não posso pedir ela em namoro, porque ela me fez prometer que nós não teríamos um envolvimento sério...
      - E daí? - berrou Chaz, exagerando um pouco. – Isso foi antes dela se apaixonar por você também...
      - A (Seu Nome) não está apaixonada por mim. – afirmei.
      - VAI DIZER QUE VOCÊ AINDA NÃO PERCEBEU? – Ryan gritou novamente. Será que eles não conseguem se conter um pouco?
      - Perceber o quê?
      - Ai, não acredito. – Chris me olhou com uma expressão estranha. – Sério, cara, você é burro ou é burro?
      - Não precisa ofender, né? Vocês podem parar de palhaçada e falar logo?

      Isso já estava me cansando de verdade. Eu tinha quase certeza absoluta de que esses meninos andaram bebendo alguma coisa. Onde já se viu, a (Seu Nome) estar apaixonada por mim... Ela já chegou aqui me “odiando” e, só tem ficado comigo durante todo esse tempo, porque... Bom, não importa o quão durona uma garota seja, não consegue resistir ao swag do Justin gostoso aqui.

      - Justin, seu besta, todo mundo na face da Terra já sabe que (Seu Nome) te ama! Tipo, eu acho até normal você não acredita porque, bom, eu também não sei o que ela viu em você, mas... Mesmo assim, isso só seria mais óbvio, se ela escrevesse um cartaz escrito “Justin, eu te amo!” e esfregasse nessa sua cara feia. – Chaz e sua gentileza tocante.
      - Primeiro, eu sou muito mais bonito e sexy do que vocês três juntos. Segundo, eu aposto que vocês estão errados. E... Terceiro, O QUE EU FAÇO AGORA? – é, eu estava perdendo o controle.

       Os três respiraram fundo, quase ao mesmo tempo, antes de gritarem:
       
       - PEDE ELA EM NAMORO!

      Preciso depois dessa conversa cheia de berros, até um filhote de canguru na Austrália sabe que eu gosto da (Seu Nome)? E, preciso dizer também que depois disso, eles, praticamente, me obrigaram a promete que iria falar com ela sobre isso? Na verdade, eles me ameaçaram. Foi algo do tipo “Ou você faz isso ou nós vamos te jogar em um caixão cheio de cogumelos.”. IDIOTAS!

      Após essa papo constragedor, eu passei o dia inteiro sendo importunado por três bestas... Quando, finalmente me livrei deles, entrei no twitter, só para dar uma animada em umas “certas beliebers maravilhosas”.

      Estava tudo indo perfeitamente bem, até o momento em que eu saí do meu quarto, dei de cara (Seu Nome) e, bom, AÍ FERROU TUDO DE VEZ, porque depois disso eu só consegui pensar nela, pensar nela, pensar nela e...Bom, pelo menos, quando eu fui dormir, eu... Ah, não, eu sonhei com ela também... DROGA!

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Ok, então, eu sei eu deveria ter postado há muito tempo, mas esses ultimos dias foram um pouco loucos. Começou a época de trabalhos e testes na escola, então estudar tem sido tão automático para mim quando respirar... :( Enfim, com isso, fico sem tempo para escrever aqui e no Fingindo ser Perfeita.
 But, se a minha internet cooperar, eu ainda postarei outro capítulo hoje. Mas,dependo meeesmo da internet!
  Enfim, eu espero que vocês tenham gostado do capítulo,ok?

(A imagem do post é da Julie)

11 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 38

                                                               Caindo a ficha!  
                                   

  
       Belieber's POV
    Eu estava meio acabada quando acordei, pela manhã. Sentia uma enorme dor nas pernas, provavelmente causada pelo (pouco) tempo de patinação no gelo ontem, somado à falta de costume.           

   Me levantei da cama e fui direto para o banheiro. Só para me livrar, logo, dos segundos que teria que permanecer em pé, durante o dia. De qualquer forma, a água quentinha me ajudava a ter a sensação de músculos relaxando e era isso que eu precisava.   

   Saí debaixo do chuveiro depressa, me enrolando em uma toalha e voltando para o quarto. Lá, peguei um short jeans qualquer e uma blusinha simples. Estava sem a mínima paciência para montar uma produção decente, aquela manhã. Aliás, se eu estivesse na minha casa, com certeza, teria preferido continuar com o pijama.

   Deixei o quarto depressa e, parti para a cozinha. Não me demorei muito no café da manhã. Óbvio que eu fiquei acompanhando a conversa, mas só por educação mesmo. Estavam todos meio animados, em relação à uma suposta festa de Ano Novo, nada que me animasse muito.

    Bom, o que aconteceu depois não foi muito diferente do que vem acontecendo durante esses últimos dias. Eu não sei bem como foram que as coisas aconteceram, mas tudo terminou com a Manu e a Caitlin subindo para verem um vestido de não sei o que (É, eu não prestei atenção) e, Chris, Chaz e Ryan indo jogar vídeo-game no quarto do Justin. Eles o chamaram também, mas Jus recusou, me lançando um olhar safado.

      AH, COITADO! Se ele P-E-N-S-A que vai rolar alguma coisa aqui nessa sala, está muito, muito MESMO, enganado. Primeiro, porque eu realmente não estou nem um pouco afim hoje; e, segundo, porque, bom, está passando Bob Esponja na televisão e, nada no mundo me faz desviar a atenção do Bob e...

    - AAAAAH, NÃO ACREDITO! – berrei, enquanto ouvia uma músiquinha bem conhecida, vinda do meu celular.
    - O que? – Justin perguntou, esticando-se para enxergar a pequena tela. FOFOQUEEIRO!
    - OWNT, O MEU LUQUINHAS DIVO ESTÁ ME LIGANDO! – esclareci antes de finalmente atender.
    - Ei, você estava me ignorando até agora, mas ele você vai atend...- ele tentou falar.
    -SHHHHHHHHHHHHHHH!

    Justin fez uma careta de indignação, enquanto eu apenas ouvia um grito ensurdecedor do outro lado da linha. A pessoa mais besta do mundo estava estourando os meus tímpanos, gentilmente.

     -LUCAS, SEU BESTA, CALA A BOCA, POR FAVOR... – berrei também.

    Ele não falou nada só riu. BOBÃO! Apesar disso, era bom ouvir a risada dele. Soava como a coisa mais linda do mundo. Não, talvez ser chamada de “minha pequena” fosse a melhor coisa do mundo. É... E eu tinha saudades disso.

    - E aí, pequena? Como estão as coisas? – ele perguntou, quando parou de rir. – Conte-me tudo, não esconda nada!

    Ok, Lucas, eu te amo, mas esse lance de “não esconder nada” é meio complicado! Na verdade, meio impossível, por isso omiti diversas coisas que aconteceram desde que cheguei ali e arranjei uma desculpa, que não envolvesse o Justin, para explicar a “briga” com a Manu (é, ele estava sabendo... Manuela é outra fofoqueira!)    

   Estava tudo indo bem, eu estava ouvindo enquanto ele contava sobre uma fofoca do bairro, quando algo tocou o meu pescoço. E, tocou de novo. E de novo e, de novo!

   - Justin, para com isso! – sussurrei, enquanto afastava seus lábios do meu pescoço.
   - QUÊ? QUE JUSTIN O QUÊ? POR QUE ESSE BABACA ESTÁ ATRAPALHANDO A MINHA CONVERSA? – ele se interrompeu, enquanto gritava.
   - Lucas, deixa para lá, ele só está... Me chamando, porque nós vamos sair, junto com o resto do pessoal...
   - Ah, é! A Manu me contou que o resto dos amigos “super divos” do Justin, também estão aí, né?
   - Pois é. Enfim, continua!

   Lucas me obedeceu, prosseguindo com a história, que eu admito estava muito interessante. A única coisa que me atrapalhava era um moleque chato beijando o meu pescoço e brincando com o meu cabelo...

    Eu tentava, sem sucesso, me afastar dele, enquanto com muito esforço me concentrava na conversa ao telefone. Assim, fui apenas chegando aos poucos para trás, mas nem isso afastava Justin de mim, o que fazia com que eu recuasse mais... E mais... E ma... OPA!

    - AI! – berrei, quando me espatifei contra o chão.
    - (Seu Nome), está tudo bem? – escutei, primeiro, em inglês, e depois no meu doce português.

    Suspirei, enquanto, com a ajuda do Justin, me levantava.

    - Nada, Lucas, eu só... Caí! – admiti. – Olha, está uma confusão aqui, tem problema se eu te ligar depois?
    - Não, né? – ele suspirou, rindo. – Fazer o quê? Enfim... Beijo, então e, da próxima vez, tenta prestar mais atenção, tá? Lembre-se que eu não estou aí para rir de você, então, comporte-se!
    - Ok, prometo tomar cuidado! – ri, também. – Beijos...  Ah, estou com saudades, bobão!
    - Também estou! Te amo, pequena!

    E, depois eu desliguei, sorrindo involuntariamente. AI, eu quero voltar logo para o Brasil e...

    - Pensei que você não fosse desligar nunca! – Justin falou, afastando meus pensamentos.
    - AH, SEU BESTA! VIU O QUE VOCÊ FEZ? EU ESTAVA OCUPADA NO TELEFONE, SABIA? – berrei, dando “leves” tapas em seu braço.
    
- A culpa é sua! – ele fez um biquinho, fingindo estar magoado. – Eu queria te ocupar e você não deixou.
    - MINHA? MINHA? MAS E...

    E, de repente, eu fui calada por lábios macios encostando nos meus. Ai, como eu odeio isso, eu deveria estar furiosa, mas... Mas... Ele me beija de forma tão meiga, que faz com que todos os raciocínios lógicos sumam da minha cabeça. E, de certa forma, isso fora bom, porque se eu tivesse pensando com clareza, com certeza, não teria feito o que fiz...

     -AI! – ele gritou, se afastando. – Você me mordeu!
    - Eu sei... – ri. – Bem feito! Isso é para você aprender a se comportar.
    - Ah, é? Mas isso não vai ficar assim mesmo. – ele me lançou um olhar maligno.
    - Justin... Mantenha-se longe de mim! – falei.

    Mas já era tarde demais! Eu já estava correndo pela sala, sendo perseguida pelo Justin. Não consegui controlar o riso e, aparentemente, ele também não.  Estava quase desistindo e parando, quando ele me alcançou e, me segurou pela cintura.

      - PEGUEI!- berrou.

     Nós ainda ríamos, até que eu, finalmente, me virei para ele e, de repente, o riso morreu. Assim, do nada. Eu, apenas, olhava profundamente em seus olhos, enquanto nos dois arfávamos, cansados. E, foi assim que, de repente, tudo começou a fazer sentido.  O jeito como ele me encantava mesmo estando bobo, safado, idiota, lerdo, sei lá, até do avesso. O jeito como uma simples palavra vindo dele me fazia sorrir. O jeito como eu sentia meu coração bater feito louco até quando ele anda...

     Assim, eu o abracei, repousando a cabeça em seu ombro, porque afinal, era isso que eu precisava, apenas um lugar para chorar. E, eu tentei fazer isso do jeito mais inaudível possível, para que ele não percebesse, mas não deu muito certo.

     - (Seu Nome), você está chorando? – perguntou, se afastando um pouco para poder ver meu rosto.
     - Estou. – ri da forma mais falsa possível. – É que, ultimamente, eu tenho usado um colírio novo para olhos ressecados e, bom, às vezes eu começo a lacrimejar. Mas não é nada.

    Ele não pareceu acreditar. Felizmente, eu fui salva por uma voz masculina grossa.

    -Ok, todo mundo... O almoço está pronto! – gritou (não TÃO alto) Jeremy.
   - Hã... Vamos?! – Justin perguntou parecendo meio inseguro.
   - Claro, eu vou só... Lavar as mãos! Já volto!

   E então, eu segui para o banheiro, lavei as mãos e... Chorei! É, eu chorei... Eu nunca tive medo de entender a verdade, mas dessa vez era diferente, a verdade estava me rasgando por dentro! Eu, finalmente, tinha percebido tudo que estava diante dos meus olhos desde o dia em que tive aquele sonho maluco. A verdade era que eu estava cometendo os mesmos erros. Estava quebrando minhas promessas... A verdade era que eu estava amando de novo!

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Ok, está aí o capítulo atrasado, meninas... Bom, se você me segue no twiiter deve ter visto eu pirando ontem à noite, por não conseguir postar, não é? Pois é, então, eu andei lendo os coments de vocês (e super agradeço pela sinceridade), maaaas tá dificil voltar ao ritmo normal de post. Tipo, eu ando conseguindo escrever BEEEEM mais ultimamente, mas o problema é a porcaria da internet do notebook, que dificilmente carrega o blog. Enfim, por isso, eu acredito que só vou conseguir acelerar as postagens, quando o meu computador voltar :(

Ah, e só para não esquecer: Morgana, @youplusbieber (a propósito, já estou seguindo) e "anônimo" (:D), eu tentei responder as comentários de vocês, maaas não consegui, adivinhem por quê??? Se você respondeu "internet porcaria", você acaba de ganhar......... Nada :) É... :( ksoaksapokspoaskaposkask Ok, parei!

Enfim, eu espero que gostem do capítulo.

(A foto do capítulo é de d-ecifrar)

08 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 37

                      Diversão pelo Shopping                             7e45acae819a11e1989612313815112c_7_large


Justin's POV

   Logo após dizer o que devia, minha mãe saiu para comprar as passagens. Eu não sabia bem o que pensar, só tinha uma leve impressão de que o tempo sem ela aqui, transformaria a casa em um furacão, afinal, nós somos apenas um bando de adolescentes, sem o mínimo senso de organização.
 
   - E aí? Vamos sair hoje ou vocês vão mesmo ficar o dia inteiro com a bunda grudada no sofá? – sugeriu Chaz, interrompendo meus pensamentos.
    - Eu voto na segunda opção! – respondeu Ryan, provocando risos.
    - Nada disso, bando de preguiçosos. Vamos dar uma volta no shopping, então. Sabia que eles redecoraram a pista de patinação?- informou Cait.
    - Sério que vocês querem ir patinar? Em outras palavras, levar lindos tombos no gelo... – chiou Ryan.
    - Sério! – Manu concordou.
 
   E imediatamente, Ryan concordou. Posso não ser mestre em adivinhação, mas parece que tem alguma coisa rolando entre esses dois. Ou se ainda não rolou, vai rolar.
 
   - Ok, então, você vão ficar aí enrolando ou nós vamos nos arrumar logo? – Chris riu, enquanto perguntava.
 
   Seguimos as palavras de Chris e, logo, cada um foi para o seu quarto. Tomei um banho demorado e gelado, devido ao calor em nível realmente extremo. Em seguida, vesti uma calça preta, uma camisa vermelha e, coloquei um boné.
 
    Saí e, logo que fui fechar a porta do quarto, percebi (Seu Nome) saindo do seu quarto também. Ela estava, suavemente, ajeitando o cabelo, quando me viu e, ficou sustentando o meu olhar. Eu realmente odeio quando isso acontece, porque eu tenho certeza que fico bancando o bobo, perdido nos olhos perfeitos dela.

    - Hã... Justin... – (Seu Nome) tentava não rir, enquanto falava. – Você nunca... Hã... Usa calças como uma pessoa normal?
    - O que tem de errado com a minha calça? – perguntei, enquanto procurava algo estranho no que eu vestia.
    - Nada! Mas, “pessoas normais” geralmente, usam calça para cobrir tudo do quadril para baixo, mas você só usa para cobrir os gravetos que você chama de perna, enquanto a sua “parte traseira” fica aí coitada, desprovida de calça.
    - Mas a minha bundinha gosta assim! – fiz um biquinho tentando não rir.
    - Bundinha? No diminutivo?
    - É, o que tem?
    - Sinto lhe informar, mas a última coisa que você tem é uma “bundinha”. O seu “compartimento traseiro” é bem cheinho. – ela parecia bem segura do que falava e isso me deu vontade de rir.
    - Você acha ela grande, é? – perguntei, bancando o inocente. – Quer apertar?
    -QUÊ?- ela berrou, arregalando os olhos.
    - Perguntei se você quer apertar o meu “compartimento traseiro” – imitei-a -, que você diz ser grande. Então, você quer?
   - NÃO!
   - Está bom! Só não diga depois que eu não ofereci!- esclareci, provocando-a.
   - Não direi! – ela riu.- Agora, vamos, por favor?      
   - Vamos! – concordei.

    Contornei sua cintura com o braço e, senti (Seu Nome) estremecer. Eu gostava de perceber isso, algumas vezes. Perceber que ela não permanecia indiferente ao meu toque. Isso, de certa forma, fazia com que eu me sentisse menos idiota por sentir meu coração parar toda vez que eu olhava para ela.
   
    Logo que chegamos até à sala, Ryan e Chris já estavam prontos e impacientes. Eles se entreolharam, enquanto eu e (Seu Nome) nos juntamos a eles, sentando no sofá.

     - Legal, agora só faltam 3... – concluiu Ryan.
     - Olha que se depender da Cait, só sairemos daqui a depois das onze da noite... De amanhã! – chiou Chris, provocando risos pela sala.
    - Vou me lembrar disso da próxima vez que você me pedir para comprar algo para você, Christian. – Caitlin vinha descendo, lentamente, as escadas.
    - Maninha linda, você sabe que eu te amo, né? – Chris fez uma cara de anjo, como se conseguisse enganar alguém...
    - O pior é que eu sei mesmo!- ela riu, enquanto se sentava no sofá.

     Nós ficamos esperando ali durante mais alguns minutos, até Manu e Chaz finalmente descerem. Houve uma típica discussão sobre “quem iria em qual carro”, mas no final a organização não ficou menos do que previsível. Na verdade, eu não ligava muito para isso, só queria entrar logo no carro e dirigir até, finalmente, chegar ao shopping.

                                                                                       *****

      Assim que chegamos, eu e Ryan demoramos um pouco até conseguir estacionar, mas, em seguida, todos fomos direto para andar onde ficava a pista de patinação.
 
      A primeira coisa que fizemos –óbvio – foi ir correndo pegar os patins. Eu sempre me enrolo para colocar esses trecos, então acabei ficando para trás, enquanto quase todos já estavam no gelo. Mas, sem problema porque assim que o mestre aqui pisar na pista, os holofotes irão se virar para o meu notável talento sobre patins. E eu já iria fazer isso, quando percebi uma certa (Seu Nome), quietinha,se agarrando a uma bancada.

     -Tudo bem? – perguntei, enquanto me aproximava.
     - Claro. – ela parecia um pouco receosa.
     - Então, por que você está aí parada ao invés de estar patinando por aí?
     - Porque... Porque... Ah, você vai rir! – ela suspirou. – Porque eu não sei me equilibrar sobre esses trecos, sabia?
    - Sério? – perguntei, abafando uma risada. Ah, era engraçado! – Por acaso, você não tem isso no Brasil?
    - Claro que tem! Você acha que o Brasil é o quê? Um fim de mundo? É só que... Eu também nunca ia na patinação lá, porque... Porque eu sabia que iria me espatifar no chão, oras!
    - Mas é caindo que se aprende!

    Ok, preciso dizer que recebi um olhar assassino da (Seu Nome), que quase me fez ter medo. Quase!

    - Eu. Não. Gosto. De. Cair! – ela falou bem, beeeem pausadamente.
    - Tá bem, bobinha, se eu te ajudar e, prometer que você não vai se machucar, você largar essa bancada?
    - Eu não sei, Justin, eu...
    - Confia em mim! – eu, admito que fiz a cara mais fofa que consegui, de propósito.
    - Nããão,  não faz assim! – (Seu Nome) miou. - Você sabe que assim não tem como eu dizer “não” e...
    - Ótimo! – a interrompi.

     Segurei a sua mão e, levei a outra mão até sua cintura. Percebi (Seu Nome) mordendo o lábio inferior, respirando fundo e fechando os olhos , enquanto eu a conduzia, deslizando pela pista. Não consegui segurar um riso baixo e, ela ouviu, rindo em seguida.
 
     -Ok, só me responda uma coisa: Eu estou conseguindo ou ainda estou parada perto da bancada? – perguntou.
    - Tenho o prazer de informar, que a senhorita está conseguindo de forma excelente! – sussurrei em seu ouvido.
    - Sério? – ela abriu os olhos brilhantes depressa, virando-se para mim.

     E, bom, aí as coisas desandaram. Não sei se porque eu sou horrivelmente feio ou porque sou demasiadamente lindo, mas assim que (Seu Nome) olhou para mim, ela se desconcentrou e tropeçou. Eu só tinha a promessa que tinha a feito a pouco, na cabeça, por isso não hesitei em segurá-la com força. O que, teoricamente, não deu muito certo, já que, com ela em meus braços, acabei caindo, batendo as costas no gelo frio.

      - Ai, meu Deus, Justin! Você está bem?- ela perguntou, em cima de mim.
      - Depende... Você se machucou? – retruquei, enquanto me levantava e, a ajudava também.
      - Não...
      - Então, eu estou bem!- sorri para ela.
      - Não minta para mim, Justin! – ela fez uma cara brava. – Você caiu feio e, tudo porque eu sou uma idiota, que nem patinar consegue direito e...

      E, então, eu a beijei, só para que se cala-se. Era um beijo sem pressa e, eu apenas segurei sua cintura, enquanto, sem que ela percebe-se, patinava bem devagar. Fiz isso durante longos segundos, até o fôlego acabar e, eu, enfim, me afastar de seus lábios.

     -Viu, bobona? Você não é idiota nada? Veja patinou até aqui sozinha, de olhos fechados e, de costas...
     - É, mas você estava me conduzindo! – interrompeu.
    -Eu te conduziria para sempre, se você deixasse...

    Ok, alguém tem uma arma para eu me matar? POR QUE EU FALEI ISSO? Eu não queria falar isso, só pensar. P-E-N-S-A-R!
    
     Felizmente, (Seu Nome) não me matou, nem fez careta, nem nada! Ela apenas sorriu, de modo muito meigo, passou a mão em meu cabelo e me abraçou. Ai, (Seu Nome), se você soubesse o quanto eu ando querendo você só para mim...

     - Ei, vocês dois, o nosso tempo já acabou. Vamos embora! – berrou Chaz, estragando todo o clima maravilhoso que se construía ali. “Valeu”, Chaz!

     Assim, seguimos para fora da pista e, logo, partimos para o cinema. É, o resto do dia não foi tão feliz. Na sala de cinema, a (Seu Nome) não tinha os mesmos planos que eu. Ela estava “interessada” no filme, então, eu tive que, infelizmente, ocupar a minha boca com pipoca! É... Pipoca!

     Depois da enorme frustração… Quer dizer, filme! Nós apenas fomos para uma pizzaria qualquer, comemos algo por lá e aproveitamos para levar duas pizzas para casa, para o pessoal.
     
     Admito que senti um alivio eterno ao entrar no carro e dirigir até em casa. O dia havia sido ótimo, mas a única coisa que eu precisava agora era de uma boa cama e... de uma dose de (Seu Nome) para viagem.
 
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  Tenho uma pergunta para fazer e quero que você me respondam com sinceridade, heeeein? Hahah. O que vocês estão achando do ritmo dos capítulos? (Respondam, pooooor favor *----* haha)

   Enfim, peço super desculpas por não ter postado ontem, mas é que não deu MESMO! Eu fiquei horas aqui tentando postar, mas o Blogger não queria carregar direito. Então, me desculpem, lindas ;)
 
   Ah, outra coisinha, eu aposto que vocês gostariam de apertar a "bundinha"(nada inha hahahah) do Justin, né? Hahahahahahaha. Ah, qual é? Eu gostaria ;p hahahahaha E, só para deixar claro, eu só usei o diminutivo no capítulo, porque eu acho "bundinha" uma palavra engraçada, tipo "pudim" (é uma palavra engraçada,tá?). Ok, é provável que isso só faça sentido na minha cabeça... Hahahah

 Enfim, acho que é só isso... E FELIZ PÁSCOA PARA AS MINHAS BELIEBERS DIVAS!! :)

(A foto do post é da lady snow)

06 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 36

   Pattie 
      

Belieber's POV
 
    Era engraçado ficar com o Justin. Porque eu nunca sabia o que esperar... Havia vezes em que ele estava todo romântico e me beijava de forma bem demorada e carinhosa. E, em outras vezes, eu tinha a impressão de que ele queria me devorar, me dando um beijo bem quente e TENTANDO me atacar com a sua “mão-boba” safada. (Apesar de tudo seria mentira se eu disse que não gostava dos dois jeitos...)

     Bom, naquela manhã, o modo tarado do Justin estava ativado, assim eu quase tive um ataque cardíaco quando percebi Pattie descendo lentamente às escadas. Imediatamente, empurrei Justin com uma força exagerada e ele acabou caindo no chão. Queria rir, mas apenas sussurrei um “desculpa”, enquanto apontava para que ele pudesse ver quem estava nas escadas.

     Justin, rapidamente, deitou-se no colchão e fechou os olhos, fingindo dormir. Fiz o mesmo, mas eu não tive tanto sucesso. Estava achando a situação engraçada e não conseguia disfarçar muito bem a minha risada. Felizmente, Pattie falava ao telefone e seguiu direto para a cozinha, sem nem perceber a besta retardada que tentava ao máximo abafar uma gargalhada muito alta. (Prazer, eu!)

   -Viu o que você fez? – perguntei, enquanto me sentava novamente.
   - Eu? O que eu fiz? – Justin se sentou ao meu lado, enquanto observava a porta da cozinha.
  - Ora, o que você acha que a Pattie iria pensar de mim se visse você me agarrando, hein?
  - Ei, não fale como se você não gostasse? – resmungou, fazendo um biquinho.
  -E quem disse que eu gosto?
  - Ah, não gosta? Está bom, então eu paro... – ele fez uma pausa, esperando a minha reação – Para sempre!
   - Ótimo!- suspirei.

   Justin fez o mesmo e, em seguida começou a assobiar uma musiquinha qualquer. Fitei-o por alguns instantes e ele sorriu para mim. Não um sorriso qualquer, mas sim um sorriso bobo. Sabe aquele que faz o meu coração parar e não me deixa respirar? Então, esse mesmo!

    Preciso mesmo dizer que depois disso, eu o beijei? É, pois é, eu sei que sou uma fraca safada, mas... Mas... Ele me obrigou... Mentalmente! Mas mesmo assim me obrigou.

   Senti Justin acariciando meu cabelo bem devagar (Observação: Isso é A prova que ele estava me manipulando. Se o Justin fosse um moço de família ele teria parado aquilo, mas ele fez isso? NÃO!). Ok, é óbvio, que eu gostava do fato dele não ser tão santo e nunca parar, mas... EPA! BARULHO NA COZINHA!

   - AI! – Justin berrou, quando eu joguei em encontro ao chão, mais uma vez.
   - “Ai” nada! Eu achei que a Pattie estivesse vindo, caramba! Se você não ficasse me beijando feito...
   - Ei, foi você quem me beijou agora! – ele cruzou os braços, indignado.
   - É, foi, mas... Epa, não fale assim,ok? Eu sei que você gostou... – afirmei.
   - É, gostei mesmo. Vamos de novo?
   - Nãão! E, agora é sério!
   - Por que não? – ele passou a mão pela minha cintura, TENTANDO ME MANIPULAR!
   - Porque se a linda dona Pattie por acaso pegar a gente aqui, eu não conseguiria olhar para ela nunca mais e, provavelmente, pegaria o primeiro avião de volta para o Brasil! Então, você quer que eu vá embora?
   - Não... – ele miou esse “não” de forma tão bonitinha, que eu quase não resisti.
   - Ótimo, agora, eu vou subir e tomar banho... – falei, enquanto me levantava e seguia até às escadas.
   - Quer ajuda?
   Só eu percebi que, ultimamente, esse menino está tendo uma crise de “Maníaco do chuveiro”?

   -Não... Sabe, eu acho que já tomo banho há muito tempo e já aprendi a fazer isso sozinha!
  - Mas e se você estiver fazendo errado?- ele fazia uma cara tão fofinha enquanto perguntava, que quase dava para acreditar que ele era inocente.
   -JUSTIN!
  - Ok, parei. Parei!

  Ri, enquanto subia às escadas. Como ele conseguia fazer isso, hein? Conseguia ser tão fofo e perfeito, mesmo sendo um safado, cara de pau, projeto de tarado, idiota e bobão...

  “Ai, ai, seu Justin, o que eu faço com você,hein? Por que você me encanta até quando respira,hein?” , era nisso que eu pensava enquanto passava shampoo no meu cabelo. ARGH! Eu realmente tenho que parar com essa mania de pensar em coisas aleatórias embaixo d’água.  

   Terminei, o mais depressa possível, de tirar o shampoo do cabelo, passar o condicionador e sabonete. Em seguida, saí debaixo do chuveiro, sequei o corpo e, vesti uma roupa simples. Nem estava prestando muita atenção no que fazia, só queria mesmo parar de pensar em besteiras.

   Dei uma ajeitada rápida no quarto bagunçado, antes de sair e, depois, voltei para a sala, onde o pessoal havia acabado de acordar. Ajudei-os a arrumar aquela bagunça, guardado os colchões e, levando os lençóis para lavar. Depois disso, eles se dispersaram e seguiram cada um para o seu quarto, pelo menos é isso que eu acho.

   Sozinha, novamente, naquela sala enorme, a ultima coisa que eu queria era ter tempo para pensar. Assim, segui para a cozinha e me ofereci para ajudar a Pattie no preparo do café da manhã. É, eu estava bem prestativa, sentia quase como se tivesse uma auréola flutuando sobre a minha cabeça!

    E esse meu lado “boa samaritana” quase me fez perguntar à Pattie o que estava acontecendo, quando percebi uma expressão meio “mais ou menos” em seu rosto. É, QUASE! Não perguntei nada. Queria ajudar, mas, eu não a conhecia há muito tempo e, não tinha intimidade assim para me meter em possíveis assuntos pessoais.

     Estávamos terminando arrumar a mesa, quando Justin entrou na cozinha, com Jazzy em um braço e, Jaxon, no outro. Jeremy vinha bem atrás, rindo das brincadeiras que o filho fazia para animar os dois irmãos.

   Não demorou muito para o resto do pessoal chegar falando pelos cotovelos, provavelmente sobre a noite passada. E, não pude deixar de notar uma dona Manu muito animadinha de papo com um certo Ryan.  Ah, Manu, Manu, estou de olho na senhorita, hein?

     A “primeira refeição do dia” foi, de certa forma, rápida. E, o resto da manhã, entediante. Nós apenas ficamos na sala, conversando sobre a noite passada, sobre o Ryan ter apanhado com travesseiros e o Chris roncar muito. Na verdade, eles falavam e, eu apenas escutava, concordando algumas vezes com qualquer coisa. Eu estava intrigada demais com um suposto problema que a Pattie pudesse estar passando.
 
    Felizmente,  esse nó na minha cabeça foi desatado um pouco depois do almoço. Estávamos todos na sala, em frente à TV, novamente, quando ela veio com um “comunicado”:
 
   - Então, meninos, eu nem sei como começar, mas, infelizmente, eu vou ter que me ausentar nos próximos dias.
   - O quê?  Por quê, mãe? – Justin perguntou, com uma expressão confusa.
   - Eu recebi um telefone hoje de manhã e, eu não sei se você lembra, Justin, que há quase um ano atrás eu acompanhei uma amiga que tinha um problema de saúde, em uma cirurgia e, bom, parece que o quadro dela voltou a ter complicações. Ela vai ter que operar de novo, em um hospital nos Estados Unidos e, bom, seria muito bom se eu estivesse lá para dar uma força!
   - Nossa, que tenso! – comentou Chaz.
   - Mas, quando vai ser isso? – Justin indagou novamente.
   - Provavelmente, na noite do dia 1°... Eu só queria avisar com antecedência, porque no dia 2, Jeremy também vai embora, com Jazzy e Jaxon e...
   - Espera aí, tia! – interrompeu Ryan. – Você está dizendo que vamos ficar com a casa toda só para a gente?
   - É... Eu quase desistir de ir, por causa disso, mas... – Pattie fez uma careta de brincadeira.
   - Ih, tia, fica tranquila! Vai de boa dar uma moral para a sua amiga, que aqui a gente cuida direitinho do Justin e das meninas. Você sabe que eu sou muito responsável,né?
  
     Ouvi Pattie rir ao fundo, mas, sinceramente, a única coisa que ecoava pela minha cabeça era  “VOU MORRER VIVENDO COM ESSES OGROS E SEM A MINHA DOCE PATTIE! EU SEI DISSO. ALGUÉM ME ARRANJA, UMA CANETA E UM PAPEL, PRECISO ESCREVER MEU TESTAMENTO DESDE JÁ! ADEUS, MUNDO CRUEL”.

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Ok, "fraquinho" esse capítulo,né? Eu sei, mas é, digamos, um "capítulo de transição" (haha). NÃO, NÃO é para encher linguiça,ok? hahaha Esse capítulo ajuda no andamento da história futuramente,ok? Ok! :D

Enfim, lindas, vocês têm percebido que eu "parei" de responder os comentário de vocês, então... Me desculpem, por favor, MESMO! Sério, eu leio todinhos, todinhos e amo cada um deles, mas nem sempre dá tempo de responder, porque, ultimamente, as coisa tem estado um pouco loucas por aqui. E eu também estou tentando manter em andamento meu blog pessoal. Aí, eu geralmente não tenho tempo para respondê-las como merecem, princesas divas! Então, me desculpem, mesmo,ok? Vou voltar a fazer isso,ok?

Ah, e não deixem de olhar o "Projeto 'Beliebers Ajudam Beliebers'",ok? É importante! :)

(A imagem do post é da Giovana Branco.)

04 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 35

Sessão de filmes



Belieber's POV

    Assim que o Justin saiu da cozinha terminei de lavar o prato e, passei um pouco de água no rosto, para limpar o resto de chocolate que ainda restava. Em seguida, peguei o pacote de pipoca e, logo após, colocá-lo no micro-ondas, percebi Manu e Caitlin entrando na cozinha, com uma cara suspeita.

    - Que foi? – perguntei, me virando na direção das duas bestas.
    - Nada, ué? – Cait “disfarçou” – Você está parecendo tão alegrinha, (Seu Nome)...
    - É... – concordou Manu. – Engraçado você estar com esse sorriso bobo e, o Justin ter saído daqui há poucos segundos... Que coincidência!
    - Ok, vocês podem ser mais objetivas, por favor? – pedi, enquanto ia até a geladeira, pegar os refrigerantes.
    - NÓS ESTAMOS DIZENDO QUE VOCÊ E O JUSTIN ESTAVAM SE AGARRANDO AQUI MESMO! – Caitlin berrou, rindo.

    Juro que após ouvir isso, me atrapalhei um pouco com as garrafas e, quase deixei uma cair. QUASE!

    - De onde vocês tiram essas ideias, hein? – indaguei. – Para vocês, se eu estiver respirando é porque o Justin me pediu em casamento...
    - Não vem com essa, não, (Seu Nome)! Até porque se isso realmente não fosse verdade, você não teria ficado toda atrapalhada aí e... Nem estaria tentando desconversar... – Cait, afirmou super segura de suas palavras.
     -É, mas... Mas... –é, eu não tinha ideia do que deveria falar. – Eu posso saber como a senhorita sabe que eu e o Justin já ficamos?
     - O Justin contou para os meninos e, o Chris me contou. Simples assim!
     - Ah, é assim agora? Bom saber... –dramatizei, enquanto tirava o pacote de pipoca do microondas e coloca outro.
     -Ah, está vendo isso, Caitlin, ela não queria que ninguém soubesse... Eles vão se casar escondido! – Manu quase morria de tanto rir.
      - Nossa, vocês são muito chatas, hein? – provoquei. – Se eu fosse vocês, não ficaria zoando tanto, aliás, sou muuuito observadora e, estou sabendo de certas coisas sobre vocês duas, hein?
      - QUE COISAS? – berraram as duas, em unissom.
     - Na hora certa, vocês vão saber... Agora, as duas vão ficar MESMO só olhando, ou vão vir me ajudar aqui?

     Elas riram, antes  de finalmente colocar a mão na massa. Basicamente, eram quatro baldes de pipocas, uma tigela cheia de doces e balas e uma bandeja com brigadeiro, mais as garrafas de refrigerantes. Resumindo, todos iriam acabar enormes de tanto comer.
    Eu e as meninas, praticamente, fizemos malabarismo para levar tudo isso até a sala, de uma só vez. E, como se não bastasse, ainda tivemos que aguentar os meninos reclamando da demora. Brincadeira, não?

    Enfim, ajeitamos tudo e, em seguida, sentamo-nos nos colchões. A organização ficou meio previsível demais. Da direita para esquerda, estava: Chris, Manu, Ryan, Caitlin, Chaz, eu e Justin.

    Finalmente, Ryan clicou no “play”, iniciando assim o primeiro filme. Era uma comédia romântica, possivelmente escolhida por Caitlin. E, ela e Manu eram as únicas que prestavam atenção no filme, enquanto Ryan, Chris e Chaz se preocupavam mais em comer e eu... Bom, eu estava sendo importunada por um garoto muito chato.
  
     Sério, Justin não me deixara em paz nem durante um segundo. Logo no começo do filme, ele me ofereceu pipoca umas duzentas vezes e, eu recusei em todas (Ironicamente, eu não gosto de pipoca na hora do filme.). Depois, ele de forma “super original” colocou o braço em torno dos meus ombros e, em seguida, ficou zoando o filme todo. O personagem principal espirrava e, ele já vinha sussurrar piadinhas bobas. O pior é que eu ria! (Não sei porque, mas ria.)

     E, como se não bastasse, no final do filme, a criatura ficou me torturando, beijando o meu pescoço, assoprando devagar no meu ouvido. Fazendo meu corpo todo arrepiar. E, ele fazia de propósito, ainda. Afirmo isso, porque dava para ouvir claramente as risadinhas dele, enquanto eu tentava não transparecer nada.

     Quase gritei “aleluia”, quando o filme acabou e, Ryan finalmente tirou o DVD. É, eu digo QUASE, porque o filme que ele escolheu depois era um dos piores gêneros do mundo: Terror. Já falei sobre o quanto eu odeio filmes de terror? Por quê? Porque eu sou medrosa, oras!

     Não tinha ideia do nome do filme e, sinceramente, nem queria saber mesmo. Só saiba que assim que aquela porcaria começou, com aquele aspecto sombrio, eu já senti o pânico caminhando lentamente até mim.

      Logo, o filme já estava na metade e,eu? Bom, eu estava toda encolhida, com os olhos fechados. Só conseguia ouvir uns gritos horrorosos algumas vezes e, eu até iria tapar os ouvidos, mas se o fizesse, teria que soltar isso que eu estou apertando. Bom, eu não sei bem o que é “isso”, mas deve ser uma almofada. De qualquer forma, eu não vou mesmo abrir os olhos para ver o que é... Aliás, já pensou se eu abro e dou de cara com um dementador sinistro?

     - Está com medo?

    Juro que quase dei um grito, ao escutar essas palavras próximas ao meu ouvido, mas, eu reconhecera aquela doce voz, então me controlei. E, após engolir em seco, respondi:

    - Não.
    - Ah, é? Então, por que você está de olhos fechados, esmagando o meu braço e tremendo?
    - Estou... Com frio, é... – respondi, no auge da cara de pau.
    - Sei... – ele respondeu, cheio de ironia.- Vem cá, bobona!

    Então, Justin me abraçou e, eu apoiei a cabeça em seu ombro. Senti ele acariciando meus cabelos e, isso era bom. Em seguida, ele começou a cantar bem baixinho “Everything Is Gonna Be Alright”, fazendo com que eu me desligasse quase completamente do filme. É claro que às vezes dava para ouvir um grito bizarro ao fundo, mas a voz do Justin acalmava um pouco. E, assim, lentamente, sem nem perceber, eu acabei dormindo.

                                                                                           ****

   Acordei, quando ainda estava escuro e, senti um certo peso em cima de mim, ao tentar levantar. Era Justin, que mantinha um braço e uma perna jogados sobre o meu corpo. Tentei levantar, mas ele parecia pesado.

    - Justin... – sussurrei.
   - Eu não sei essa resposta...

   É, ele me respondeu. E, ele estava dormindo! Aí, quando eu digo que esse garoto é anormal, ninguém acredita.

    - Justin, acorda! – falei um pouco mais alto, sacudindo seu ombro.
    - Hã? – disse, enquanto se levantava, ainda desnorteado.- (Seu Nome), que foi?
    - Nada! – expliquei. – Você estava simplesmente me matando com o seu peso absurdo.
    - Está me chamando de gordo, bobona? – ele riu. – Mas, era só isso?
    - É... Estou com sede, vou ir pegar uma água!
    -Ok!
    - Como assim “ok”? – banquei a indignada. – Você quer que eu vá sozinha?
    - E, por que não? Você já foi pegar água sozinha no meio da noite antes, não é?- ele cruzou os braços.
    - Já, mas isso foi antes de ter que ver parte daquele filme horrível!
    - (Seu Nome), é só um filme!!
    - Ah, ok, então... – fiz a maior cara de drama que consegui, enquanto me levantava. – Vou ir lá sozinha. Mas só para deixar se algum bicho-papão, dementador, maníaco do parque, fantasma da ópera, estrangulador, monstro do pântano me pegar, a culpa vai ser toda sua!!
    - Ai, ok! Eu vou lá com você...
 
    Justin se levantou e segurou a minha mão. Isso foi... Estranho! Eu sei lá, foi como se o meu corpo todo arrepiasse em questões de segundos, só por sentir o seu toque. Não que eu já não tivesse sentido essa sensação antes, mas, mesmo assim, isso me fazia estremecer todas as vezes...

    - Algum problema? – Justin perguntou e, só então eu percebi que eu permaneci parada.
    - Não, só estou me preparando psicologicamente para enfrentar as ameaças do escuro. – sussurrei.

   Logo, seguimos juntos até a cozinha. Confesso que foi um alívio acender a luz e perceber que não havia nenhum monstro ou fantasma andando futivamente pelos cantos.

    -E então, vai querer só água mesmo? – Justin perguntou, enquanto abria a geladeira. – Tem sorvete de chocolate, sabia?
    - Sério? Então, eu quero! – sorri.

    Justin pegou o pote e colocou algumas bolas de sorvete em uma pequena taça fofinha, colocando uma cereja em cima depois. Ele pegou uma colher pequena e, depois, sentou-se à mesa do meu lado.

   - Agora, abre a boquinha! – ele pediu, enquanto levava uma colher cheia de sorvete à minha boca.
   - Justin, sinto lhe informar, mas eu não sou criança! – argumentei.
   - (Seu Nome), sinto lhe informar, mas você me fez levantar e vir até a cozinha com você, porque estava escuro, então é melhor você abrir essa boca agora.

    Dá para acreditar que eu abri? Pois é... E nem foi uma vez só. Ele fez questão de me dar todo o sorvete da taça, dessa maneira. Obrigada, Justin, por me fazer senti com quatro anos de novo.

     - Então, vamos fazer o que agora? – ele perguntou, enquanto colocava a taça sobre a pia. – Por que voltar a dormir, não dá mais. Já são... quatro e meia da manhã!

    -Ok, então que tal a gente voltar lá para sala e, você me conta desde quando ficou tão bobão assim, hein?
    - É uma longa história. Tudo começou quando eu nasci... – Justin riu, me fazendo rir também.

    Nós voltamos para os nossos colchões na sala e, bom, até conversamos um pouco, mas, digamos, que depois de um tempo, falar não era bem necessário...

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------  Então, galerinha lindas, tá aí o capítulo que eu prometi. Espero que vocês gostem e que sonhem com o Justin esta noite :)
  Boa noite, fofas...

(A imagem do post é da bella

You Make Me Love You - Capítulo 34


Brigadeiro, brigaBeijo

Justin's POV
   Sabe aqueles dias em que se parece ter absolutamente nada para fazer? Pois é...

   Já eram três horas da tarde e, até agora o tédio predominava em cada milímetro daquela casa. Desde que acordei, tudo ocorreu na seguinte ordem,monótona: levantar, tomar banho, tomar café, brincar com a Jazzy e o Jaxon, ouvir o Ryan, a Cait e o Chris reclamando no tédio, almoçar e, por fim, ficar jogado no sofá, vendo um desenho que eu sequer lembro o nome.

   - Nós não vamos ficar o dia inteiro assim, não é? – Chaz se manifestou, se ajeitando no sofá.
   - Não! Daqui há pouco, a gente levanta para comer. – ri, enquanto falava, apesar de parecer mais verdadeiro do que eu gostaria.
   - Ah, arranjem alguma coisa aí! Isso está muito chato! – chiou Chris.
   - Ei... E se a gente fizesse uma mini sessão de cinema? Faz uns “trinta anos”que não fazemos isso... – Cait e suas excelentes ideias.
   - Eu topo, portanto que não seja eu, quem vá alugar os filmes... E, que a (Seu Nome) e a Manu façam um brigadeiro esperto... – “sugeriu” Ryan.

   P
reciso dizer que depois disso, todos concordaram e quase imploraram pelo brigadeiro? Inclusive eu... Ah, o que eu posso fazer se esse é simplesmente a coisa mais maravilhosa já inventada no mundo?

   - Por mim, tudo bem! – (Seu Nome) riu. – Mas, o que EXATAMENTE você fazem nessa mini sessão aí?
   - Ok, acho que está na hora de te contar o ritual – Chris, besta, fez uma voz misteriosa, antes de começar a rir. – Basicamente, a gente aluga alguns DVDs, compra sorvete e doces, faz pipoca.
Depois, colocamos vários colchões no chão, vemos os filmes e, em seguida, batemos no Ryan por ter comido quase a pipoca toda!

    Tão verdade, isso. Em geral, os filmes, em si nem costumam ser a melhor parte, mas, sim, o – como disse o Chris- "ritual". Estar na companhia deles, fazia com que tudo parecesse mais bobo e divertido.

    -Ok, então, eu, Chris e Caitlin iremos alugar os filmes, enquanto o Ryan vai ao mercado comprar a pipoca, o sorvete,os doces e o que mais precisar; e Manu, (Seu Nome) e Justin procuram os colchões e, arrumam tudo, por aqui! – decidiu Chaz.

   É claro que o Ryan resmungou um pouco, mas, por fim, todos concordaram. E, em questão de segundos, todos já haviam saído, deixando só nós três ali, na sala. Aliviei o trabalho para as meninas e, fiquei de pegar todos os colchões lá em cima, enquanto elas varriam a sala.

   Preciso ressaltar que levamos quase umas duas horas para arrumar tudo. Primeiro, porque... Bom, eram MUITOS colchões e, eu estava quase morrendo de tanto ficar igual um idiota para cima e para baixo. E, segundo, porque colocar lençóis em tudo e achar várias almofadas extras não é uma tarefa tão fácil quanto parece.

    - Agora que a gente já “terminou”, Manu, você pode ir fazendo o brigadeiro? Por favooor! Faz, coloca em um pratinho lá para esfriar, que depois eu enrolo e jogo granulado! Por favor... – (Seu Nome) implorava, se jogando no sofá.
    - E tem como dizer não, besta? – Manu riu, indo em direção à cozinha.
    - Aí, estou morrendo! – (Seu Nome) se levantou, de novo, suspirando. – Bom, os meninos já deviam ter chegado, então... Vou tomar banho, você vem?
    - Vou para onde? Para um chuveiro contigo, eu quero! – é, eu disse isso mesmo.

    (Seu Nome) riu, enquanto me mostrava à língua e, subia às escadas.

    - Claro que não, bestão! Você toma banho no seu banheiro e, eu no meu... –esclareceu, infelizmente.
   - Ah, qual é? O mundo está acabando, nós temos que economizar água... – ri, enquanto falava.

   (Seu Nome) ignorou meu “argumento”, correndo até seu quarto, rindo. Ela olhou bem para mim, mais uma vez, antes de fechar a porta.

   Fiz o mesmo, seguindo em direção ao meu quarto. Lá, peguei uma camisa simples e, um short. Normalmente, eu não usaria camisa para dormir, mas, bom, eu não planejava dormir aquela noite mesmo... Juntei tudo e, me dirigi ao banheiro. Fiquei, durante uma hora, ou mais, debaixo d’água. E, logo que saí, sequei o cabelo com a toalha mesmo e, me vesti, deixando o quarto, em seguida.

   Logo que voltei ao primeiro andar, Chaz já estava lá, mexendo nos demais DVDs que havia alugado.

   - Finalmente, vocês chegaram, hein? – provoquei. – Pensei que você haviam se confundido e, queriam comprar uma locadora ao invés de simplesmente alugar um filme...
   - Muito engraçado, Justin! – ele respondeu, sarcástico. – Eu já cheguei há uma hora. E agradeça pela demora, porque esse tempo extra que eu gastei, foi apenas argumentando com a Cait, sobre como os filmes de ação e suspense são melhores... Ok, parece meio desnecessário, mas lá na locadora, foi preciso,ok?
   - Se você está dizendo... – ri. – E aí? Cadê o resto do povo, quero dar play logo!
   - Estão todos nos quartos... Exceto a (Seu Nome) que está na cozinha, terminando os brigadeiros. Acredita que a má não deixou eu pegar UM?! Que bullying!
   - Bem feito! – ri. – Enfim, vou lá falar com ela... Já volto!
   - Só um aviso: ela já está de pijama, então, controle-se!

   Não entendi mesmo o que ele falou, mas também não me importa muito. Esse garoto é perturbado mesmo.

   Me dirigi até a cozinha e, assim que abri a porta... WOW! Repito, WOW! (Seu Nome) tinha acabado de colocar o ultimo brigadeiro, em uma bandeja e, estava tirando o avental. Se fosse só isso, tudo bem. O “problema” era o que ela estava vestindo. Não é possível, essa garota quer deixar todo mundo louco, né?

    Descrevendo a (Seu Nome) de um ponto de vista critico, ela estava assim: Rabo-de-cavalo normal, camisa azul clara normal, MIIINI short lilás, PERNAS MARAVILHOSAS e, pantufas de coelhinho.

  Enquanto eu repetia para mim mesmo, “não a agarre!”, percebi que ela mal notara a minha presença e, estava comendo o que restara de brigadeiro no prato, antes de colocá-lo para lavar. Alerta de chance única para assustá-la! Na ponta do pé, andei até onde ela se encontrava e, rapidamente, sussurrei no seu ouvido:

   -Está bom?
   - AHHHHHH!- ela berrou, virando-se para mim.

   Assim que (Seu Nome) ficou, perfeitamente, de frente para mim, passei o dedo no brigadeiro restante no prato e, não esperei muito, para sujar o seu narizinho.

    - Ah, é assim? – ela perguntou, fazendo uma cara de indignação.
    - É, é sim! – eu ri, enquanto mostrava a língua para ela.

    E, imediatamente, (Seu Nome) fez o mesmo que eu, pegando um pouquinho de brigadeiro e, passando pela minha bochecha, eu gargalhei e, voltei a fazer o mesmo. Nos ficamos “brincando” por alguns segundos. Só acabamos quando o prato, estava quase todo limpo e, (Seu Nome) com o nariz, a bochecha direita e a testa cheia de chocolate.

   - Argh, eu estou toda melada! O que eu faço agora? – ela chiou, tentando não rir.
   - Vem cá que eu dou um jeito nisso...

   E então, eu beijei sua bochecha, limpando o chocolate com meus lábios. Percebi que ela ria, enquanto eu fazia isso e... Bom, e aí, eu estraguei tudo! Só posso dizer que foi muito rápido, não deu para controlar. Em um segundo, eu estava tirando o chocolate de sua bochecha e, na outra, os meus lábios estavam nos dela. E, a quem eu quero enganar? Eu estava adorando aquilo! Não tinha como não gostar, ela fazia tudo ser perfeito.

    É... A única coisa que não foi perfeita, foi o momento em que e me afastei dela, encerrando o beijo... (Seu Nome) ficou me fitando, esperando que eu dissesse algo e, bom, no fundo, no fundo, eu também esperava dizer algo, só não conseguia. Obviamente, eu me agarrei à desculpa mais esfarrapada do mundo:

   -Hã... Eu acho que tinha brigadeiro na sua boca também e...
   - Justin... Não minta para mim! Eu sei que você sabia que não tinha brigadeiro nenhum na minha boca, mas... – ela passou o dedo no chocolate que estava em sua testa e, passou sobre meus lábios. – Agora, tem na sua... Quer que eu tire?

    Tipo, pessoas NORMAIS, obviamente, responderiam “sim”, mas o retardado aqui tinha que perguntar:

    -Eu... Pensei que você achava melhor que nós dois parássemos com “isso”?
    - É... Eu achava mesmo, mas pensei bem e EU não quero parar com isso, você quer?– ela perguntou, enquanto seus olhinhos inocentes brilhavam.
     - Óbvio que não... - tentei disfarçar ao máximo meu desespero, mas acho que respondi rápido demais.
     - Então, a gente não precisa parar... É só... Permanecer com aquela promessa e, tudo bem, né?
     - É... – concordei tentando não pensar muito. – Mas, mudando de assunto... Ainda tem brigadeiro na minha boca, sabia?
     - Ah, é... Toma! – (Seu Nome) pegou um guardanapo e me deu.
     - Hã? – chiei, não escondendo a minha profunda decepção.

     Ela riu da minha expressão e, bom, eu teria feito o mesmo, simplesmente, por gostar do som da risada dela, mas, sei lá, eu estava muito concentrado em fuzilar aquele guardanapo com a mente.

     - Eu estou brincando, bobão!

    Eu quase pude ouvir um coro de “aleluia”, quando (Seu Nome) entrelaçou seus braços em meu pescoço e, me beijou. Eu já disse que o beijo dela é perfeito? Ah, é, acho que já... Mas, só para fixar ideia... O BEIJO DELA É PERFEITO!

     Eu não sei bem como, mas sempre que nossos lábios se encontram, é como se o mundo todo desaparecesse e, só tivéssemos nós dois na face da Terra. Como se só por esses segundos, ela fosse completamente minha.

     Mas ela não era e, eu tinha mais certeza disso a cada vez que (Seu Nome) encerrava o beijo, devagar, como estava fazendo agora.

    - Acho que já não tem mais nenhum brigadeiro aí... – ela sorriu de forma boba. - Hã... Justin, tem alguém querendo falar com você!

    (Seu Nome) apontou discretamente para a porta da cozinha, onde uma doce menininha estava parada, com uma carinha sapeca.

    - O que a minha princesinha quer, hein? – perguntei, sorrindo, enquanto me agachava pertinho dele.
    - Ela é sua “namolada”? – Jazzy sussurrou bem baixinho, rindo.

    Olhei bem para (Seu Nome) que, ao longe, fazia um careta de desentendida e, em seguida, sussurrei bem no ouvido da minha princesinha, para que só ela escutasse:

    - Ela é bonita, né? Você gostaria que ela fosse minha namorada?

   Jazzy fez que sim, com a cabeça, sorrindo, me fazendo rir também.

   -Justin, eu “sô” bonita?
   - Você? Você é a menina mais linda do mundo! – falei, enquanto pegava a no colo.
   - Um dia, os “meínos” irão me “beichar” igual “ocê” fez com a (Seu Nome)?
   - Podem até beijar, mas depois terão que se ver comigo... – ameacei, fazendo a rir.
   - Alguém aqui quer um brigadeiro? – (Seu Nome) se aproximou de nós, com um brigadeiro na mão.

   Jazzy gritou um “eu!” bem alto e, (Seu Nome) pediu um abraço em troca... O engraçado é que eu já dei dois beijos de “tirar o fôlego” nela e, até agora estou aqui, desbrigadeirado!

   - Eu não ganho brigadeiro? – perguntei, fazendo um biquinho.
   - Ganha, se você me contar, o que falou de mim para a Jazzy, agora há pouco? –ela se fez de durona.
   - Não vou contar. É segredo, não é, Jazzy? – perguntei, obtendo um “é” bem baixinho...
   - Tudo bem, então... O senhor ficará sem brigadeiro, bobo! Agora... É melhor os dois subirem. Afinal, uma doce garotinha linda já está ficando com soninho, não é?

   Jazzy fez que ”não” com a cabeça, mas, em seguida, não conteve um demorado bocejo. E, eu ri, saindo da cozinha, em seguida. Estava levando minha doce princesinha para o quarto, até que me deparei com meu pai, que roubou a minha tarefa e, fazendo palhaçadas, pegou Jazzy dos meus braços. Ele falou algo sobre contar histórias de princesas e, depois, enquanto se afastava, desejou um “bom filme” e mandou que não desligássemos o DVD muito tarde... PAIS!

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Ai, ai... Hahahahaha.
Enfim, acho que nem tenho muita coisa para falar hoje, então eu só espero que tenham gostado do capítulo. E, relevem o título,ok?
Enfim, se tudo der certo, rola mais um capítulo hoje de noite, mas não garanto... :)
Mais uma vez, eu espero que vocês gostem...

(A imagem do post é da Julia)

02 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 33

Levantando a bandeira branca



Belieber's POV


   Tinha acabado de sair do banho e, bom, normalmente, eu não me deitaria essa hora, mas do jeito que as coisas andavam ultimamente, ficar deitada, me fingindo de morta seria a melhor coisa que eu faria. Peguei meu celular, o conectei à uma rádio qualquer e, me joguei sobre os lençóis brancos. Tentei me concentrar na música que tocava e... Nossa, por que eu não estou surpresa de ser justo a "dele"?

    Imediatamente, fui desligar aquela porcaria, mas parei como dedo em cima do botão e, rindo. Era engraçado escutar a voz fininha, fininha do Justin em “Love Me”. Me lembrava a primeira vez que fui ao show dele, sendo gentilmente arrastada por Manu. Ah, Manu, o que eu faço com você, hein?

     Aliás, o que eu faço com tudo o que está acontecendo?

    Admito, foi infinitamente mais fácil no dia do show maluco. Ok, foi horrível perder a minha câmera querida, mas pelo menos, na época, a Manu e eu ainda nos tratávamos como melhores amigas. E, o Justin permanecia no palco, aparentemente, inalcançável. Bem melhor do que agora, que ele parece incrivelmente, apaixonante!

     ARGH, eu tenho que parar com isso! E lembrar a mim mesma que eu fiz uma promessa e eu vou cumpri-la. Ninguém (NINGUÉM) vai brincar comigo de novo...

    Mas, as coisas seriam, infinitamente, mais fáceis se eu conseguisse parar de pensar nele. Ou, se ele não estivesse no quarto em frente ao meu e eu não estivesse com uma vontade enorme de ir bater à sua porta, AGORA e, dizer palavras que eu não deveria!  Ai, eu PRECISO MESMO parar com isso e...

    - POSSO ENTRAR? – “Não sei dizer exatamente quem” gritava, esmurrando a porta do meu quarto.
    - Pode... – respondi, sem pensar muito e, tirando os fones do ouvido.

   A pessoa demorou longos segundos para, finalmente, girar a maçaneta e entrar.

   -Ok, você já pode sair agora! – sorri, sarcasticamente, enquanto Manuela dava o primeiro passo pelo quarto.
   - Ha-ha, não mesmo! – ela cruzou os braços, vindo se sentar na minha cama. – (Seu Nome), eu disse que iríamos conversar, e é exatamente isso que vamos fazer agora.
   - É, e alguns anos atrás, você disse que “ia cuidar de mim” e que “não deixaria ninguém me tratar assim de novo”, mas aparentemente, você esqueceu disso ontem, não é? – afundei a cabeça, nos travesseiros, enquanto tentava desviar a minha atenção daquela baboseira.
   
   - (Seu Nome), levanta daí! Fala comigo direito, por favor... Olha, você ACHA que eu não sei que você está “se escondendo” para tentar não chorar? Fala sério, eu te conheço mais do que você mesma. – As palavras dela eram tão verdadeiras, que chegava a dar raiva. – Olha, (Seu Nome), vou falar sério agora, você decide se quer escutar ou não, ok? Então, eu SEI muito bem, que não deveria ter falado aquilo para você, mas eu estava irritada e, eu sabia que aquelas palavras iriam mexer com você também, só não pensei que tanto. Eu nunca faria algo para te magoar a esse ponto, é só que... Eu estava irritada, eu... Pensei que você estava, sei lá, me fazendo de boba. Afinal, pensa só, desde que o mundo é mundo, você reclamava por eu ser belieber e, dizia que o Bieber era muito sem-graça. Aí, a gente chega aqui e, você continua “reclamando” até de um espirro do garoto e, do nada, eu vejo você se agarrando com ele... Ponha-se no meu lugar, poxa! Você realmente acha que eu ia logo de primeira, adivinhar que você acabou se apaixonando pelo Jus?

     Nossa, tudo parece tão mais simples, com ela falando desse jeito. Eu sei que eu deveria bancar a durona, mas Manu é minha melhor amiga e talvez... ESPERA UM POUCO, ESSA VACA DISSE QUE EU ACABEI O QUÊ, PELO JUSTIN?

     -EPA! EPA! Que palhaçada é essa? Que história é essa de eu estar apaixonada pelo Justin? – levantei-me em um segundo, quando percebi a besteira que aquela boba acabara de dizer.
    - Ah, qual é? Vai mentir para mim, agora? – Manu arqueou as sobrancelhas, rindo. – (Seu Nome), os seus olhinhos brilham quando você está com ele e, você AINDA que vir fazer teatrinho?
    - Não é teatrinho!!! – berrei, pegando uma almofada e tacando nela.
    - Está apaixonadinha, está apaixonadinha! – ela cantarolava, enquanto pegava uma almofada também e começava a me bater.

     E, ficamos durante uns dois minutos, bancando as bobas pelo meu quarto, em uma mini guerra de travesseiros (que, na verdade, eram almofadas). Assim que acabamos de nos “estapear”, me joguei na cama, gargalhando. Manu se sentou ao meu lado, rindo também.

    Precisei de um “ai,ai” e depois respirar beeeeeeeem fundo, até finalmente, consegui falar como uma pessoa normal, o que realmente importava:

     - Então, isso quer dizer que a gente está legal de novo?
     - Não sei. – ela deu de ombros. – Eu já levantei a bandeirinha branca, só preciso saber se você aceita as minhas desculpas...
     - Aceito, mas com uma condição... Você me desculpar por não ter contado do Justin! Tipo, eu sei que a gente só ficou duas vezes, mas mesmo assim, eu deveria ter te contado o que estava acontecendo, afinal, nós somos melhores amigas ainda, não é?
     - Aham e, eu posso até te desculpar, mas primeiro, você vai ter que ADMITIR QUE ESTÁ TODA APAIXONADINHA PELO BIEBS!!!
    -AH, EU TE PEGO, SUA BESTA!

     E então, ela saiu correndo para fora do quarto, fazendo careta e, rindo. Eu também já sentia a barriga doer de tanto dar risada. E, apesar de tudo, não posso negar, eu amo infinitamente essa vaquinha. Minha vaquinha!

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Ok, eu sei que esse capítulo deixou a desejar, mas como eu falei, e o escrevi na pressa no intervalo da aula de sábado, então... Relevem, , ok? :)
  Percebam que esse e o capítulo anterior, são "parecidos", tipo, nos dois há essa zoação amigável. E, gente, me desculpem, mas quando os "seus amigos" percebem a parada, é porque está super na cara que você está realmente in love com alguém. Então, eu só queria reforçar isso por enquanto...
  E sobre os próximos capítulos... 
  (SPOILER!SPOILER!SPOILER!)
  É provável que você e o Justin continuem nesse chove-não-molha, porque, porque eu SOU MÁ! MUahahahaha u.u kk Mas as coisas vão continuar rolando de forma gradativa (não pensem que "gradativa" quer dizer lenta,tá? hahahahah). Vai demorar um pouco, mas logo, logo, acontecerá o que vocês estão esperando ;p
   (ISSO NEM FOI UM SPOILER DECENTE, MAS DÁ PARA O GASTO)

Enfim, os próximos capítulos devem ser mais grandinhos e melhores, esse só foi "assim", por conta do pouco tempo que eu tive para escrevê-lo inteiro!

  AHHHHHH, quase esqueci! Tenho que avisar um negócio para vocês... Lembra do curso "especial" de francês do meu colégio que eu já citei aqui? Então... EU FUI SELECIONAAAAADA! (também,né? Tinha que ser, me matei de estudar em francês ano passado, para ter notas boas no boletim e conseguir passar para essa paradinha :D). Enfim, eu não to falando isso, só para me gabar haha, mas sim, porque com isso, eu vou ficar mais tempo na escola, o que significa.... Menos tempo #on, maaas é provável que os capítulos continuem nessa frequência (que, infelizmente, já está demorada), por aqui. Ou talvez, eu volte a acelerar os post, vou me esforçar, mas não garanto até porque, também dependo do meu notebook horrível =/

  Enfim, só isso mesmo! Espero que gostem do capítulo! Booa noite!

 (A imagem do post é do szancziiii)