23 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 45


Magoada



Belieber's POV

Acordei aquela manhã, completamente destruída. O coração estava quebrado, a cabeça doía e os olhos estavam em um péssimo aspecto, devido às lágrimas que caíram durante toda a noite.

Não sentia a mínima vontade de me levantar da cama, hoje. E talvez nunca sentisse de novo. Suspirei, antes de me virar para o outro lado, para poder ver o despertador.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – gritei ao dar de cara com a doida da Manuela.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAH! – ela berrou também. – Ficou louca?
- Você que deve ter ficado. Está fazendo o quê aqui, maluca? – perguntei, enquanto me sentava na cama.
- A “maluca” está aqui há horas, com uma bandeja deliciosa de café da manhã, esperando a melhor amiga preguiçosa acordar. – Manu riu. – Sabia que já passam das 11 horas?
- Sério? Ah, eu ainda estou morta... Mas, o que você aí para mim, então? –examinei bem a bandeja em cima da mesa de cabeceira. – Nossa, uma fatia de bolo de chocolate, suco de maracujá, cookies de chocolate, um pote de sorvete e... Balas? Que coisa mais “saudável”, dona Manuela. Posso saber o que a senhorita está querendo?
- Nada, só quero que você se entupa de doces, porque sempre que você faz isso, você não consegue segurar essa língua e, me conta tudo de uma vez. – ela riu. –E, eu acho que seria bom se você me dissesse o que aconteceu na noite passada.
- Não aconteceu nada demais! – menti do jeito menos convincente possível.
- (Seu Nome Completo), você vai MESMO mentir para mim? Desse jeito? Com o rosto todo acabado de tanto chorar, você vai me dizer que não acontece nada?
- Vou, porque não aconteceu nada demais mesmo. Mas, se você quiser que eu conte, eu conto. Só... Me passa o pote de sorvete antes. – pedi.
- É óbvio que eu quero saber, eu sou sua melhor amiga, lembra? E à propósito, boa sorte em comer isso. – falou, enquanto me passava o pote de sorvete de flocos, junto a uma pequena colher. – Fiquei tanto tempo esperando você acordar, que agora, já deve estar todo derretido.
- Sem problemas... – suspirei. – Então... O que aconteceu ontem? Simples. Justin me pediu em namoro e eu disse “não”.
- Você sabe que eu sei disso, ok? – ela parecia séria. – Eu quero saber porque você disse não? Você o AMA!
- Eu não... – respirei fundo, fitando o chão – Olha, não daria certo, só isso...
- Como não? – Manuela se exaltou um pouco. – Você o ama e ele te ama. O que mais você quer?
- Por que você fala assim? Como se “amor” fosse a resposta para tudo? Não é,ok? Isso faz com as pessoas sofram também, sabia?- falei, enquanto sentia lágrimas descendo por meu rosto.
- Eu não acredito que você está me dizendo isso! (Seu Nome), não me diga que você não quis namorar com o Justin, só por causa do que aquele idiota fez contigo anos atrás... Sério que você vai ficar se prendendo ao passado e perder a chance de ficar com um garoto incrível como o Justin? (Seu Nome), você não pode ficar remoendo isso para sempre. Não pode ficar se escondendo, para sempre, atrás dessa muralha que você mesma construiu. Algumas pessoas passam por nós por algum motivo e, às vezes, você tem que deixar que elas entrem em sua vida.

Senti Manuela me abraçar, enquanto me desmanchava em lágrimas. Tantas verdades me atingindo em tão pouco tempo, faziam com que eu me sentisse mais fraca do que nunca. O pior é que eu sabia exatamente o que sentia e o que seria o certo a fazer, mas, na prática, era difícil e isso doía. Assim, em meio a essa confusão que eu impunha dentro da minha cabeça, acabei pegando no sono de novo, no colo da minha melhor amiga.
*********

Sentia que não havia passado nem meia hora, quando Manu me obrigou a acordar.

- (Seu Nome), levanta, preguiçosa!
- Que foi? – perguntei, enquanto me endireitava da posição anterior.
- O Chris veio aqui chamar a gente para sairmos. Nós vamos almoçar em um restaurante, boba! – explicou.
-Ah, tá! Pode ir, eu não vou, não... – suspirei.
- Não acredito! Agora você vai parar de comer de novo...
- Não é nada disso! Eu só não estou com fome! – olhei para o relógio para me certificar da hora. – Eu “acordei” faz, exatamente, uma hora e você já veio tacando essas porcarias cheias de açúcar para mim e você ainda quer que eu tenha apetite?
- Tudo bem, então, se você acha melhor... – Manu se pôs de pé ao lado da cama. –Hã... Você quer que eu fique aqui te fazendo companhia?
- Não, pode ir! Eu quero ficar sozinha mesmo. Vou tomar um banho e aproveitar para arrumar essa bagunça aqui no quarto.
- Ok. Então, eu estou descendo! – ela correu até a porta. – Ei, tenta ficar bem, tá?

Assenti e, em seguida, ela me deu um tchauzinho, batendo a porta. É, parece que eu estou sozinha de novo. ARGH, O QUE EU FAÇO AGORA?

Suspirei, enquanto me dirigia até a última gaveta da mesa de cabeceira e pegava meu doce caderno enfeitado. Folheei algumas páginas do meu abandonado diário, até tomar coragem e escrever a data de hoje no alto da página, seguido da seguinte frase em letras bem grandes:
“SOU UMA BURRA!” .
Reforcei cada letra com uma força exagerada. Fiquei batendo com a caneta na página até admitir a verdade por entre aquelas linhas coloridas:
“ Magoei a pessoa mais doce do mundo ontem.
Sou uma monstra. Ele não merece alguém tão baixa como eu...





Mas eu o amo, mesmo assim.”


Fechei aquele caderno depressa e taquei-o de volta na gaveta. Respirei fundo, tentando acalmar o coração, junto com as lágrimas.

Levantei-me da cama e, me dirigi ao banheiro. Estava disposta a entrar no chuveiro e só sair de lá “reformada”. Mas não deu muito certo! Fiquei debaixo durante mais de uma hora e nada de diferente. Eu continuava pensando e chorando pela mesma coisa.

Saí do banheiro, aparentemente, decente, graças à uma roupa aceitável, junto com um pouco de corretivo e lápis. Mas só aparentemente, pois por dentro, não mudara muita coisa.

Aproveitei o tempo livre para me distrair, arrumando todo o quarto. Arrumei a cama, organizei as roupas que ainda estavam na mala no armário e fui à lavanderia no primeiro andar para pegar as roupas que estavam secas, estas separei para passar depois.

Tinha acabado com tudo, quando escutei uma algazarra no andar debaixo. Corri até às escadas e permaneci olhando enquanto os cinco riam animados. É, cinco. Justin não parecia tão animado assim e... EPA, ELE OLHOU PARA CÁ!

E... Desviou o olhar em seguida. Ele está triste e isso dói mais do que a morte.

Não tinha mais como ficar ali, assim, voltei para o meu quarto depressa. Lá, só tentava enfiar na minha cabeça uma simples frase “Você não vai chorar. Não vai!”,enquanto as lágrimas já haviam voltado a percorrem meu rosto.

- (Seu Nome), posso entrar?

Assim que ouvi o som d aporta sendo aberta, seguida da voz de Chaz, tratei de limpar as lágrimas o mais rápido possível. Em seguida, virei-me em sua direção e com o sorriso mais falso do mundo, respondi:

- Ah, claro! O que você quer?
- Hã... Eu queria conversar com você... – explicou, enquanto sentava-se na cama. – Sobre... O Justin.
- Eu... Não quero falar sobre isso. – disparei.
- (Seu Nome), por favor... Eu só quero entender. – ele suspirou. – Você sabe que está escrito nos seus olhos que você gosta do Justin, então... Por que você não aceitou seu pedido? E, por favor, não me venha envolver a pobre da Manuela, no meio, que nisso eu não acredito!
- É... Complicado, Chaz! – respondi da “melhor” maneira possível.

Senti Chaz levantando meu queixo, para que pudesse olhar em sua direção. Em seguida, ele colocou o meu cabelo atrás da orelha e acariciou meu rosto, antes de concluir:

- Machucaram você, não foi?

Admito, eu fiquei incrivelmente chocada. Isso foi tão... Tão... Tão Lucas. Ele sempre foi o único garoto na face da Terra que conseguia decifrar até os meus espirros. Ver o Chaz fazendo isso com tanta facilidade, sendo que me conhecia há tão pouco tempo, me assustou um pouco.

- Como você sabe? – perguntei confusa. – Manuela te contou?
- Não, mas é fácil perceber. Você parece frágil! – ele sorriu. – Quer me conta o que aconteceu?
- Não... –miei, tentando não ser grossa.
- Quer um abraço?

Aceitei, sorrindo, enquanto era envolvida por seus braços. O abraço do Chaz não era nem de longe tão bom quanto o do Justin, mas ainda sim parecia reconfortante. Seu abraço tinha um “vou estar sempre aqui para você” subentendido e isso era bom.

- (Seu Nome), eu não sei o que fizeram com você, mas, eu tenho certeza de uma coisa, o Justin nunca faria nada parecido. Eu conheço o Justin há muito tempo e ele não é do tipo que magoa uma garota. Principalmente, tratando-se de você. Ele te ama, (Seu Nome). E... Ele está triste, porque é cego e acha que você não gosta dele.

- E, o que eu faço agora? – perguntei, tentando evitar lágrimas.
- Diga a verdade à ele. Diga o que você sente...
- Eu não posso!
- Claro que pode. Pode parecer difícil, mas algumas vezes revelar é melhor que esconder. E falar o que você sente pode fazer com que você se sinta leve como nunca... – ele riu.
- Como você deveria fazer com a Caitlin?
- Exatamente, é o que eu... Espera aí! O quê? – ele perguntou, fingindo-se confuso.
- Ah, qual é? Não mente para mim! Você gosta dela...
- Eu não... – ele suspirou. – Como você sabe?
- Dá para perceber no jeito como você olha para ela. É diferente, seus olhos brilham...
- É do mesmo jeito que você olha para o Justin?
- É... – suspirei. – Você deveria dizer a verdade para ela.
- E... Você deveria dizer a verdade para o Justin! – desafiou.
- Não dá! Eu... Não tenho jeito com as palavras. É isso. Fim!
- Ué, e você só pode falar assim? Pensa em outra coisa... – ele riu, de novo.
- Bom, tem um jeito, mas... Eu vou precisar de ajuda e... Se eu falar para o Justin tudo o que eu sinto por ele, você vai ter que fazer o mesmo com a Cait...
- Hã... Eu prometo que tentarei, mas não garanto! Agora, me conta o que você tem em mente.

Contei todo o meu “plano” para o Chaz e, ele pareceu gostar. Na verdade, em teoria, parecia um pouco bobo, mas era melhor que nada. Chaz me prometeu que iria falar com o resto do pessoal, eu precisaria de muita ajuda MESMO, mas valeria a pena, se eu pudesse ver o Justin sorrindo outra vez.

Acabei passando boa parte do resto do dia no meu quarto, junto com Chaz, fazendo uma lista das coisas que eu precisaria e, rindo muito. Ele era engraçado e fofo. Não quero parecer apressada, mas se eu fosse o Lucas tomaria cuidado, parece que ele tem um novo concorrente agora.

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Ok, ok! Esse capítulo teve bastante diálogos,né? Mas, enfim, eu espero que vocês curtam. E parem de se colocarem como monstro da história kkkk Ok, é péssimo ver o Justin triste, mas a """"história"""" de vocês também é triste,uai. kkkkkkk

Enfim, lindas, eu queria avisar uma coisa, eu não sei como vai ficar os post nessa semana agora, porque é a minha última semana, antes de começarem as provas e eu estou CHEIA de trabalhos para entregar, então não sei se vai dar tempo de escrever, sabe? Eu vou tentar ao máximo, mas não garanto D= Me desejem sorte em relação à notas, porque (vou fazer chantagem kk), nota baixa é igual a Juh sem PC e vocês sem #IB u.u kkk #true

Então, eu espero que vocês gostem do capítulo,ok?
Boa noite lindas, fiquem todas bem :)

(A imagem do post é da lary!)

22 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 44

Rejeitado?



Justin's POV

  
  
Eu realmente não podia acreditar que ela tinha dito “não”. Sei lá, acho que teria sido menos doloroso se enfiassem agulhas no meu corpo todo, ao invés de ser rejeitado pela (Seu Nome).

   Levantei-me da posição anterior e fechei a caixa da pequena joia, guardando-a novamente no bolso. Tentei olhar para a (Seu Nome) de novo, mas sabia que não conseguiria. Não sem chorar. Assim, permaneci fitando o chão, antes de dizer:

    - Não?- suspirei. – Bom, talvez eu tenha merecido isso, não é? Não se deve quebrar promessas. Então, desculpa,ok?

    - Justin... – ela sussurrava, ainda em lágrimas. – Não é sua culpa, ok? Pense sobre... Sobre a Manuela, ela não iria gostar de saber sobre nós dois namorando...

    - Sério que você está me dizendo isso? – disfarcei um pouco a indignação. – Manuela teria entendido e você sabe disso. Eu posso suportar o fato de você não gostar de mim, mas não minta, (Seu Nome)... Bom, eu estou cansado, então... Boa noite!

   - Justin...

   Sua voz estava mais baixa que um suspiro, quase suplicando para que eu ficasse. Mas, eu não podia. Não agora. Eu só queria ir para o meu quarto e, sei lá, chorar um pouco. Não gostava disso... Esse lance de chorar. Fazia com que eu me sentisse fraco. Mas, agora, é a única coisa que me resta fazer...
  
   Deixei (Seu Nome) sozinha no jardim, enquanto retornava para dentro de casa. Percebi apenas Manuela e Chaz sentados no sofá da sala, assim, tentei correr para passar despercebidos pelos dois. Não deu muito certo e eu os ouvi chamando meu nome. Ignorei, enquanto já sentia algumas lágrimas descendo por meu rosto.

    Só parei de correr, ao, finalmente, bater a porta do meu quarto. Me joguei na cama, afundando a cabeça em um travesseiro qualquer. Se eu estivesse assistindo essa cena patética, com certeza, me auto julgaria. Mas, eu não conseguia evitar.

    Era horrível. Poderia dizer que sentia uma dor profunda no coração, mas seria mentira. Eu, simplesmente, não tinha ideia de onde estava esse órgão vital, agora. Por dentro do meu peito e de todo o meu corpo, eu só sentia um vácuo infinito que eu não sabia como preencher... Sentia como se toda às vezes que eu respirava a dor aumentasse. E eu nem sabia mais se esta era apenas psicológica ou estava se tornando uma dor física também...

    -Tudo bem, cara?

   Era a voz da Chaz, seguida de um barulho de porta batendo e de passos duros no chão. Poderia ser educado e, me levantar para falar com ele, mas não. Não nessas condições.

   - Não... E, por favor, vai embora. – pedi, tentando parar de soluçar.
   - Não. Eu sou seu amigo e não vou te abandonar agora. Conte-me o que aconteceu... – ele parecia paciente.
   - Você mesmo quer mesmo saber? – me exaltei, nem tão paciente assim. – Eu abri meu coração para aquela garota lá fora e ela me rejeitou, ok? Eu... Eu sou um idiota, sabia? Eu sempre enxergava todo o tempo que eu passava com ela, como um momento mais especial. Mas não era. A (Seu Nome) deixou claro que não queria nada comigo desde o começo e, mesmo assim, eu me iludi como se fosse um garotinho que namora pela primeira vez, no jardim de infância. Eu realmente me odeio!

    É, eu desabei, mas, quer saber? Dane-se! Estava doendo demais, para eu segurar tudo o que sentia só para mim. Eu estava chorando de novo e, assim, senti Chaz me abraçar, enquanto dava aqueles tapas ogros nas minhas costas.

   - Cara, eu nem sei o que te dizer... – ele suspirou. – Mas, ela disse mais alguma coisa, explicou o motivo?
   - Ela... Disse algo sobre o “quanto a Manu ficaria chateada”, mas é mentira, eu sei que é... Sei lá, talvez fosse só uma desculpa, para eu não ficar mal...
   - Relaxa, Justin, talvez ela só estivesse confusa e...
   - Não, não estava! – interrompi. – Se ela estivesse confusa, pediria um tempo para pensar, mas ela não fez isso. Foi bem direta em sua resposta...
   - Pode até ser. Mas, Justin, tenta se acalmar! Você já superou coisas assim antes.
   - Eu sei, mas eu sinto como se agora fosse diferente... – suspirei. – Eu já tentei mudar meu ponto de vista, mas não dá! Eu sinto que se eu perder a (Seu Nome), perderei qualquer chance de ser realmente feliz...
   - Sabe o que eu acho? Acho que você deveria parar de se precipitar tanto... Esperar as coisas esfriarem, ela pode ter ficado nervosa... É normal! Eu só não acredito que você vai ficar nessa deprê toda de uma hora pra outra. Levanta essa cabeça! Você sabe, mais do que ninguém, que as coisas mudam e, na maioria das vezes, para melhor...
   - Talvez, você tenha razão, mas... Eu não tenho certeza da nada agora! – me levantei da cama, enquanto falava. – Quer saber? Eu vou tomar banho e ir dormir, enquanto tento não pensar em mais nada...
   - Se você achar que isso é o melhor a fazer... – Chaz respirou fundo, enquanto andava em direção à porta. – Então, boa noite! E pensa no que eu te falei...

    Assenti, antes que ele fechasse à porta. E, em seguida, me joguei na cama novamente. Fiquei durante mais de uma hora ali. Apenas pensando, chorando e desejando sumir de vez da face da Terra.
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  Ok, lindas, capítulo 44. No me gusta esse capítulo, porque imaginar o Justin triste me parte o coração. Maaaaas, de qualquer forma, não se coloquem como a bruxa má da história,ok? Você teve motivos para dizer o "não", para o Jus,ok? hahahahahaah, sério. Enfim, esses motivos irão ficar mais perceptíveis nos próximos capítulos, enquanto isso, paciência Hahahaha...
 
  Enfim, eu só queria anunciar uma coisa... Meu último post teve nove (Repito, NOVEEEE comentários! kkkk). SOU FAMOSA u.u ~joga o cabelo~ Beijo, pessoas, vou me mudar para Hollywood depois dessa kkk. Ok, parei! Mas, sério, eu fiquei tão feliz :D É o post com mais comentários do blog. E,além disso, ganhei três novas seguidoras (à propósito: Bem-vindas, meninas! =D ) e, tive o maior número de acessos no blog, ontem/hoje =O Sentiram o poder de um "não" kkkkkkkkk Ok, parei!

 Mas, sério, lindas, quero anunciar de verdade uma coisa... Na verdade duas coisas! Haha.
 São #ibs muito lindas que eu amo forevermente hahah
 A primeira é a da fofa @JBdocinhodcoco ~~> 
http://biebercatarinense.blogspot.com.br/
 E a segunda é da diva @OnlyShawty_Mane ~~> http://belieber-dreams.blogspot.com.br/

Enfim, eu espero que vocês gostem do capítulo, lindas!
Boa noite para vocês e sonhem com o Justin :)

(A imagem do post é do kairo)  

21 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 43

Você quer...?
                               Música que acompanha o capítulo: Things I'll Never Say


 
Belieber's POV

    Justin me levou até uma das árvores presentes no seu jardim. Mas não qualquer árvore e, sim aquela, que há alguns dias atrás, estava com um visco amarrado em um dos seus galhos.

   Ele parou ali, me colocando contra a árvore, exatamente como havia feito na noite do nosso primeiro, e, sorriu para mim, apesar de ainda parecer tenso. Eu não sabia bem o que estava acontecendo e, isso, de certa forma, me deixava aflita, por isso não hesitei em perguntar:

    - Então, o que você queria falar comigo?
    - É... Complicado!- Justin suspirou, fitando o chão.

    Sorri perante a sua reação e, suavemente, levei os dedos até o seu queixo, obrigando-o a olhar para mim. E, ele assim o fez, me fitando com seus olhos penetrantes, enquanto sorria e, colocava uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

    - Você lembra do que aconteceu, nesse exato lugar, na madrugada do último dia 25?
    - Óbvio que lembro, você me fez fica sem-graça como nunca. – ri.
    - É... – ele acompanhou a minha risada. – E você lembra o que eu te prometi nesse mesmo dia?
    - Aham! – aquela conversa estava me deixando tão nervosa, a ponto de eu mal conseguir respirar.
    - Você ficaria muito chateada se eu quebrasse a promessa?
    - Justin, o que você...
    -Espera, apenas me responda uma coisa... – ele me interrompeu. – Você já se sentiu como se você quase dependesse de uma pessoa para estar bem? Como se simplesmente o fato de ela poder respirar te deixasse feliz? Ou como se até o jeito como essa pessoa anda, te encantasse? Como se ficar ao lado dela fosse uma necessidade?

    Assenti, enquanto sentia lágrimas, querendo vir à tona. Justin estava descrevendo o que eu sentia, sempre que estava em sua companhia e, isso era estranho. Mas, de qualquer forma, aguentei firme, respirando fundo, tentando não desabar...

   - Eu estou falando igual idiota, né? – ele riu, sem humor. – É que eu nem sei como dizer, na verdade...
   - Tudo bem... – ia sorrir também, mas não consegui.
   - Então... – Justin respirou fundo, fechou os olhos e suspirou, antes de continuar. – Todas as coisas que eu citei até agora... Elas descrevem exatamente como eu me sinto desde que você chegou. E, eu tenho consciência de que prometi que “não teríamos nada sério”, mas isso é impossível, quando se trata de você. (Seu Nome), você não é o tipo de garota para ficar e esquecer. Você é do tipo que... Que me faria o cara mais feliz do mundo, se aceitasse ser minha... Eu sei que, teoricamente, não é possível uma pessoa se apaixonar por outra, em tão “pouco” tempo, mas, é sim! É sim, quando essa “outra pessoa” é, simplesmente, a garota mais perfeita do mundo, para mim!

   E, em seguida, eu só vi Justin se ajoelhando diante de mim, pegando uma caixinha no bolso da calça. Ele a abriu e, me mostrou o par de alianças mais lindo que eu já vira na vida.
 
   - Eu te amo, (Seu Nome)... Você quer namorar comigo?

   Assim, a lágrima, que eu lutava tanto para segurar, caiu, seguida de tantas outras. Senti meu coração, praticamente, pulando dentro do meu peito, porque, assim, de repente, em questão de minutos, eu havia ouvido o que eu sempre sonhara ouvir de um garoto, mas que nunca foi dito.

   Senti o “sim”, na ponta da língua, porque, embora eu tentasse negar, era óbvio que eu amava o Justin também. E, para reforçar ainda mais esse sentimento, um flashback de tudo o que eu já tinha passado com ele, desde o dia em que cheguei aqui, passou pela minha cabeça. Seguido de tudo que nós podíamos vir a passar, caso aceitasse aquele pedido do garoto mais fofo do mundo.

    Porém, em contra mão disso, eu comecei a lembrar de tudo que já havia passando por culpa de um “suposto” amor. Todo o tempo que eu passei isolada, apenas com a tristeza como amiga. Todas as lágrimas. E todas as feridas internas... E quem sabe o Justin pudesse mudar (ou não) toda essa visão negativa que eu tenho sobre “se apaixonar”? Mas, eu sabia que só conseguiria descobrir isso se... Arriscasse!

    Tentei obrigar as minhas pernas a pararem de tremer e o meu coração a parar de bater tão forte, enquanto secava as lágrimas e, suspirava, antes de responder:

   - Não...
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kkkkkkkk, Ok, quem quer me matar? skaokspaoksaksakaskpsoks Ok, não façam isso ainda,tá? Antes de tudo preciso dizer que essa resposta de vocês foi "necessária" apesar de tudo. Hahahaha

 Mas, enfim, talvez as coisas mudem futuramente, talvez não. Não sei ainda, sou uma pessoa má kkkkk #Mentira. Sério, agora, eu amei escrever esse capítulo e, eu meio que chorei, enquanto escrevia, porque eu tentei me colocar lugar. É provável que vocês não chorem, porque, primeiro, eu só chorei, porque sou boba kkk E, segundo, vocês não sabem o que eu sei sobre "vocês" kkkkk Enfim, como já falei quinhentas vezes, assunto para outro capítulo, né?

 Apesar de tudo, eu espero que gostem do capítulo, meninas! :) Por hoje é só...
Amo vocês, boa noite e fiquem bem!

(A imagem do post é da Souciar.)
PS: Ah, sobre a música do capítulo, bom, isso não irá acontecer em todos os capítulos, somente naqueles que eu achar mais importantes, tensos ou qualquer coisa. E, só explicando, eu escolhi essa música super velha (kk), porque o capítulo é narrado por você, que sabe que ama o Justin, porém isso é algo que você nunca dirá. ( Para quem quiser, a tradução aqui - Things I'll never say :D)

You Make Me Love You - Capítulo 42

Começar algo novo...



Belieber's POV
  
   Aquele final de ano tinha sido como um começo de dejavú. Foi exatamente como a véspera de Natal! Em uma sequência de fatos, meu dia 31 foi basicamente assim: o pessoal se dividiu para arrumar a casa, Justin sumiu misteriosamente depois do almoço, Ryan riu muito da minha cara devido ao fato de eu ainda mancar um pouco, Justin voltou com um sorriso suspeito, eu e as meninas fomos nos arrumar e, por fim, rolou uma pequena reunião na casa do Justin, repleta de pessoas que eu não conhecia.

    Mas, diferente do Natal, a noite não terminou em beijos e, sim, com uma sensação de tristeza e deslocamento, como se eu não estivesse que estar ali. Sim, eu sentia saudades de casa. Não sei exatamente por quê, mas essas “comemorações” me trazem essa sensação saudosista. É estranho, porque eu amo estar na companhia dessas pessoas que me cercam no momento, mas, eu sinto como se não devesse...

    Pouco depois das 2 horas da manhã, as pessoas começaram a ir embora. Juntei-me com o pessoal e ajudamos na arrumação da casa. Não demorou muito e, eu logo, pude correr para o meu quarto e esquecer a realidade, enquanto tomava banho. Senti um alivio, ao pular na cama e, fechar os olhos, procurando, em minha mente, alguma lembrança, a qual eu pudesse me obrigar a sonhar.
                                                         
                                                   **************

    Acordei quase 3 horas da tarde. Peguei meu celular, que estava na mesa de cabeceira ao lado da cama, apenas para me certificar da data. É, era dia 1º de janeiro de 2013. Um ano novo tinha se iniciado, mas sem aquele clima de novos objetivos ou qualquer outro clichê. Parecia um dia bem igual ao outros, tirando uma sensação desconhecida que eu sentia dentro do peito.

    Levantei-me, pronta para seguir a quase rotina: tomar banho, me vestir, descer para comer alguma coisa e curtir um tédio com o pessoal.

    Eu realmente esperava que em quanto ficasse de bobeira com aquele grupo de bobões as sensações ridículas de vazio passariam. Mas, isso não aconteceu. Ao contrário, parecia que haviam se agravado.

    Eu me sentia como se todos eles tivessem integrados, rindo, conversando e trocando olhares – que eu sinceramente achava suspeitos –, enquanto eu estava deslocada. E o pior é que me sentia boba e dramática, simplesmente, por me sentir assim.
    O tempo passou depressa e, mais ou menos 7 horas da noite, Pattie apareceu à beira da escada, com as malas feitas, pronta para fazer a tal viagem que nos avisara. Ela ia começar a se despedir de nós, quando, praticamente, exigimos acompanhá-la até o aeroporto. Pattie aceitou com um daqueles sorrisos enormes só dela.

    E assim o fizemos. Me senti como se estivesse no Brasil novamente – deixando à minha casa –, ao ver às lágrimas de Pattie antes de embarcar. Ela não queria nos “deixar”, mas, como se diz, não se pode virar as costas para um amigo em necessidade.

    Após deixarmos o aeroporto, partimos para o McDonald's apenas para comer algo. Tudo estava quase parecendo bem de novo, quando percebi Justin um pouco tenso ao meu lado. Meio inseguro, nervoso. Mas, provavelmente, era neura minha, então tratei de me concentrar no meu Big Mac, antes que começasse a ficar paranoica.

    Não demorou muito para deixarmos o estabelecimento e, chegarmos em casa. Ainda era cedo, logo, fui ver televisão com as meninas, enquanto Jeremy colocava seus anjinhos para dormir e Justin cochichava algo com os meninos. Se isso me deixava curiosa? Pfff, mas claro que... SIM!

    De qualquer forma, tentava aquietar meu lado curioso, e me concentrar no que eu estava fazendo, mas nem foi preciso, já que segundo depois, Justin se aproximou, dirigindo-se à mim:

   - (Seu Nome), posso falar com você um minuto?
   - Claro! – sorri. – Fala...
   - Hã... Aqui, não. Vem comigo!

   E, então, Justin segurou minha mão, conduzindo-me até o jardim. Sem saber exatamente porque sentia a mesma sensação estranha que me ocorrera de manhã. Tentei concentrar-me para entender o que era mais não conseguia, devido ao meu coração, que pulsava loucamente, enquanto Justin e eu passávamos pela porta.                                                                                                                                                   

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Ok, gatas, capítulo 42 foi curtinho, eu sei, maaaas... Eu posso postar o capítulo 43 ainda hoje (ele já tá pronto) só preciso de um comentário (um só mesmo :D) aqui ou no twitter para saber se alguém está #on e lendo para poder eu postar,ok?

 Enfim, eu espero que vocês tenham gostado, lindinhas. E, sim, eu deixei bem curtinho dia 31 para poder chegar logo na parte mais "OMB" da história, que acontece no próximo capitulo kk :)
(A imagem do post é da Hannah)

20 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 41


Consequências de uma tempestade




Justin's POV

   

    Estava na sala junto com os meninos, vendo um daqueles de ação idiota, em que só se vê brigas e o final é sempre o mesmo. Já estava quase pegando no sono, quando ouvi um toque de celular perto de mim.

   - Manu, alguém está te ligando! – berrei.

    Manuela estava na cozinha, junto com Caitlin. As duas estavam “brincando de cozinhar” uma nova receita de bolo e bla bla bla...

    - Ai, droga! Eu estou ocupada... – ele gritou de volta.- Quem é?
    - Hã... – peguei o celular em cima da mesa e, visualizei a tela por alguns segundos. – É... A (Seu Nome)!
    - Você pode atender para mim? Diz para ela que eu estou muito ocupada mesmo. –respondeu, novamente, aparecendo na porta da cozinha, toda cheia de farinha.

    Eu ri, antes de, finalmente, clicar sobre o botãozinho verde e, dirigir o celular até o ouvido. Isso não foi tão boa ideia assim, porque eu quase fiquei surdo ao escutar uma (Seu Nome) super desesperada, gritando do outro lado da linha.

    - (Seu Nome), calma! – pedi.
    - Mas... Espera, você não é a Manuela... – percebeu ela.
    - Não, sou eu, o Justin...
    - Hã... Eu não liguei para você! – (Seu Nome) pareceu confusa.
    - Não, não ligou, mas a Manu está ocupada e pediu para que eu atendesse... Agora, fala o que está acontecendo.
    - Ah, deixa!
    - Não, diz logo o que está acontecendo... – pedi.
    - Olha... – ela suspirou, antes de tropeçar nas palavras. – Eu estou aqui, perto do shopping, no meio desse dilúvio, sem ter como voltar para casa, porque eu machuquei o pé e, aparentemente, todos os táxis foram abduzidos...
   - Ok, então. – não consegui segurar uma risada. – Estou indo te buscar...
   - Justin, não pr...

    E, eu desliguei a ligação. Ok, não é uma coisa muito educada de se fazer, mas se eu continuasse ouvindo, ela diria para eu não ir buscá-la. E, como eu, com certeza, não iria deixá-la no meio dessa chuva horrível sozinha, achei que desligar e, me apressar para sair de casa, seria o melhor a fazer.

    Peguei um guarda-chuva, um casaco e, segui para a garagem para pegar o carro. Obviamente, tive que aguentar alguns olhares e piadinhas dos bestas dos garotos. Como se pudesse ser diferente, né?

    De qualquer forma, isso não importava, só queria achar logo a (Seu Nome), antes que essa garota se metesse em mais “confusão” do que o necessário.

    Diminui a velocidade, quando cheguei aos arredores do shopping. Senti quase um ataque de pânico, quando vi (Seu Nome) caída no chão, completamente ensopada. Ela massageava o pé direito, com uma expressão de dor.

   Saí do carro o mais rápido possível e, corri até sua direção. Na pressa, esqueci o guarda-chuva, mas, tudo bem, porque do jeito que ela estava aquilo nem se mostrava mais necessário.

    - O que você está fazendo aí? – perguntei, de forma muito idiota, admito.
    - Ah, nada! É que, de repente, me deu uma vontade de tomar banho e, eu aproveitei a chuva.
    - Eu estou falando sério. Por que você não entrou em algum estabelecimento? Ou qualquer lugar?
    - Porque eu mal consigo andar direito. – ela pareceu, irritada. – Agora, quer parar de ficar me dando bronca e, me ajudar aqui?

    Eu ri, antes de tomá-la em meus braços e, levá-la até o carro. Abri a porta traseira e, coloquei (Seu Nome) sentadinha sobre o banco almofadado. Ia sair, mas quase do nada, algo me disse para não o fazer. Assim, sentei-me ao seu lado, batendo a porta do carro.

    - Você não vai... Dirigir? – ela perguntou, aparentemente, confusa.
    - Vou. Só que, antes, me deu uma vontade enorme de ficar só olhando para você... – falei, enquanto via (Seu Nome) corar.- Você está...
    - Molhando todo o seu carro? – ela perguntou.
    - Não... – suspirei, rindo. – Está... Muito sexy!

    Ok, todo mundo já sabe que (Seu Nome) é a garota mais perfeita do mundo, até quando respira, mas... Mas... Agora, ela está desejável de uma forma diferente. Lembrando que (Seu Nome) estava até agora debaixo de uma chuva terrível, usando uma camisa branca... Pois é, sua blusa estava completamente transparente, deixando seu sutiã à mostra e, colando-se ao seu corpo perfeito. E, claro, isso já estava me deixando louco...

    Obviamente, nós já estávamos nos beijando. Um beijo diferente do usual, um beijo quente, voraz e cheio de segundas intenções... Tudo bem, talvez essa última parte só estivesse na minha cabeça. Mas nós já estávamos deitados sobre o banco traseiro do meu carro, (Seu Nome) “naquelas condições” e, sem reclamar do modo que eu, discretamente, alisava suas coxas. Assim, era, praticamente, impossível eu me fingir de santo.

    Mas, para a infelicidade da minha safadeza, senti (Seu Nome), suavemente, colocar suas mãos sobre meus ombros e afastar nossos corpos. Já estava treinando para conseguir disfarçar meu descontentamento perante a sua atitude, quando percebi a sua expressão, que era uma mistura de timidez com safadeza e, precisei segurar o riso.

    - Que foi, bobão? – ela perguntou, rindo.
    - Eu que deveria perguntar “o que foi”, sabia? – falei, enquanto me endireitava , sentando. – Você interrompe todo o “momento”, apenas para ficar me olhando com essa cara pervertida?
    - Ei, não sou pervertida,ok? – ela deu uma tapinha no meu ombro. – E, além disso, eu interrompi esse suposto “momento”, porque quero ir para casa. Eu estou cansada e... Molhada!
   -Ah, quanto a isso... Eu trouxe um casaco. É meu e, provavelmente, ficará enorme em você, mas, pelo menos, está sequinho! – sorri, entregando-o para ela.


   Percebi os olhinhos de (Seu Nome) brilhando, ao pegar o casaco de minhas mãos. Eu já ia ficar feliz por ela estar feliz, quando percebi o que a minha doce idiotinha estava fazendo.
 
   - (Seu Nome), por que você está vestindo o casaco POR CIMA da blusa?
   - Ué, você queria que eu fizesse o que com ele? – ela perguntou, irônica. – Uma fogueira?
   - Óbvio que não, pessoa lerda! – respondi, paciente. –Mas, eu trouxe o casaco para você não ficar com essa roupa molhada, então se você o vestir por cima da blusa, não vai adiantar nada, entendeu?
   - Não fale comigo como se eu fosse retardada. – (Seu Nome) fez um biquinho fofo.- E eu entendi,ok?

   Observei, enquanto ela prendia o cabelo em um coque e, em seguida direcionava um olhar fixo para mim. Não desviei o rosto, apenas esperando que ele realmente fizesse algo. Mas isso não aconteceu e, nós permanecemos assim por mais um minuto, até que eu me manifestei:

    - O que foi agora?
    - Ué, estou esperando você sair! – ela falou como se fosse óbvio. – Ou você ACHA que eu vou trocar de roupa, assim, na sua frente? - Qual o problema? – sim, eu realmente não via problema. – Você está aí com essa blusa transparente, praticamente seminua na minha frente e até agora não tinha reclamado...
   - Eu não estou... – (Seu Nome) olhou, rapidamente para seu colo. –AAAAAAAAAAAAAH!
    - Vai dizer que você não tinha percebido? Essa foi a primeira coisa que eu notei!
    -É óbvio que eu não tinha percebido e... – ela fez uma pausa, antes de me fitar com um olhar meio assustador. – Quer dizer, que o senhor ficou tarando meu pobre corpo, seu pervertido?
   - Não... Mas olhar não tira pedaço,né? – argumentei, com a típica cara-de-pau.
   - Quer saber, Justin? Vai logo lá para fora, que eu vou me vestir o seu casaco e, nós vamos embora, antes que o senhor resolve abusar de mim também, né, tarado? – Ela tentou falar sem rir, mas foi meio difícil.

   Me deixei levar pelo som agradável de sua risada e, assim, quando percebi já havia sido expulso do meu próprio carro. Estava do lado de fora, sendo molhado pelos pingos grossos da tempestade.

   Levou alguns segundos, até o vidro traseiro direito do carro ser abaixado e, eu ouvir um doce “Pronto”. Assim, andei até a porta do lado do motorista e, entrei, me acomodando diante do volante. Ajeitei, suavemente, o espelho retrovisor e, pude ver (Seu Nome) sorrindo para mim.

    - Você fica linda com esse casaco, sabia? – perguntei, enquanto me preparava para acelerar e sair logo dali. – Ei, coloca o cinto de segurança, amor!

    É... EU DISSE “AMOR”! POR QUÊ? POR QUÊÊÊ? AH, É, JÁ SEI, SOU IDIOTA! O QUE ELA VAI PENSAR AGORA? QUE EU ESTOU APAIXONADO POR ELA, HEIN? OK, EU ESTOU MESMO, MAS... Mas, eu ainda não sei como dizer isso à ela...

    Suspirei, tentando ao máximo tirar o fato de que eu era extremamente idiota, da minha cabeça, enquanto acelerava o carro no asfalto molhado.
                                                                             ********

    Percebi que já era mais tarde do que eu esperava, quando estacionei o carro na garagem. Virei-me para chamar (Seu Nome), quando notei que esta dormia, a cabeça tombada sobre o ombro direito e, uma expressão angelical.

    Como era de se esperar, eu jamais acordaria aquela, aparentemente, pequena anjinha. Assim, contornei o carro, chegando até a porta traseira e a abrindo. Tive um pouco de dificuldade para destravar o cinto de segurança e tirá-la dali, mas por fim, consegui.

    Me dirigi, finalmente, até a casa. Estava tudo apagado lá dentro, apenas a luz da cozinha permanecia acessa. Ryan estava lá, “assaltando a geladeira” e, percebeu quando chegamos. Ele fez questão de parar de comer, apenas para sussurrar piadinhas, para as qual eu nem liguei muito.

    Segui, subindo para o quarto de (Seu Nome). Lá, apenas coloquei-a sobre a cama. Queria acordá-la, mas nem conseguia, então apenas fiquei observando e, aproveitei para antes de sair, beijar suavemente a sua testa. Bom, talvez não tão suavemente, pois assim que o fiz, ela se mexeu sobre a cama.

    -Justin... –falou em um tom mais baixo do que um sussurro.
    - Que foi?-perguntei me aproximando dela.
    - Onde a gente está? – ela estava se levantando ao poucos, ainda um pouco atordoada.
    - Estamos em casa já, bobinha! – ri.
    - Ah, é? – (Seu Nome) se pôs de pé, cambaleando um pouco.- Vou tomar banho para ir dormir e... Tem problema se eu devolver seu casaco amanhã?
    - Pode ficar para você, se quiser! – eu realmente queria que ela ficasse com ele, afinal ficava trinta vezes melhor nela do que em mim.
    - Que isso,Justin? O casaco é seu e...
    - SHHHH! – falei, colocando o dedo em seus lábios. – Ele é seu agora,ok? Bom, acho que é melhor eu ir. Boa noite!
    - Ué,você não se ofereceu para me ajudar a tomar banho hoje? – ela perguntou, com um sorriso estranho no rosto.
    - Hoje não... – respondi, supostamente, inocente.
    - Que pena! Pois hoje eu estou tão cansada que eu acho que se você pedisse, eu deixava...
    - Mas... Mas...
    - Bom agora é tarde,né? – ela falou, com um olhar safado. – Então, boa noite...
    - Ah, é assim? – perguntei, desafiando.

    E, em seguida, eu comecei a correr atrás dela, pelo quarto. Ela ia pulando em um pé só, devido a dor do tombo. Mas, apesar disso, quando eu já iria alcançá-la, (Seu Nome) entrou no banheiro, fechando a porta.

    - (Seu Nome), abre a porta! – cantarolei, tentando não rir.
    - Não abro! – dava para ouvir claramente o som da risada dela. – Ok, eu tenho que tomar banho de verdade, Justin, e eu não vou conseguir sabendo que tem um maníaco do parque aí do lado de fora do meu banheiro. Então, vai embora que daqui há uns trintas anos, talvez eu te de outra chance como essa, ok?
    - Olha, que eu vou esperar, hein, bobona? – “brinquei”. – Então, eu estou indo. Boa noite!

    Eu estava me afastando, indo em direção à porta do seu quarto, quando ouvi a porta do banheiro sendo aberta.

    - Justin... – (Seu Nome) me chamara, sorrindo.
    - Que foi?
    - Durma bem...

    Eu ouvi aquelas palavras doces, enquanto observava a garota mais perfeita do mundo, trajando o meu casaco e, me olhando com aqueles olhos brilhantes e sinceros e, senti quase como seu meu coração rachasse. Simplesmente, porque eu não podia dizer ou fazer o que eu realmente queria.

    Eu queria poder dizer um “eu te amo” sempre antes dela ir se deitar. Queria poder me deitar ao lado dela e, dormir abraçado a ela. Queria que o seu sorriso maravilhoso fosse à primeira coisa que eu visse pela manhã. Queria que ela fosse tão minha, quanto eu acho que deve ser.

    Assim, eu segurei ao máximo minha tristeza, junto com tudo o que eu realmente queria falar e apena sussurrei:

    - Você também...


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   Ok, quem ficou com saudades da #IB durante o tempo que eu estive fora, hein? *---*
Hahahaha, sério, meninas, desculpem ficar tanto tempo sem postar, mas eu estava em semana de testes e trabalhos e, a única coisa que eu fazia estudar, estudar, estudar e, ah... Estudar mais um pouco! =/

Enfim, eu vou tentar (TENTAR) escrever o máximo de capítulos possiveis nesse feriado agora, porque aí eles já ficando prontos é mais fácil de haver posts, considerando que nas próximas duas semanas eu também irei continuar assim: teste, trabalho e provas!!

Espero que você tenham gostado do capítulo, meninas!
Boa noooite!

(A imagem do post é da
Christine)

14 abril 2012

You Make Me Love You - Capítulo 40


Procura-se um vestido



Belieber's POV
    Já passava do meio-dia e, eu estava fazendo as unhas, junto com as meninas no meu quarto. Caitlin pintava minhas unhas das mãos, enquanto Manu cuidava das dos pés. Mas o que estava me deixando feliz mesmo era que a “Operação Esquecer Essa Besteira De Estar Gostando Do Justin Bobão” estava indo muito bem, eu não tinha pensando nele ainda durante todo o dia... Até porque outra coisa me preocupa: hoje é dia 30 de dezembro e EU ainda não tenho nada para vestir na noite do último dia do ano.

     Bom, na verdade, eu já tinha comprado um vestido lindo no Brasil, mas a idiota aqui não o colocou na mala. Resumindo, vou ter que sair por aí à procura de algo para vestir. Ah, que coisa “feliz”, não?

   - Hã, meninas, você já sabem o que irão vestir amanhã?-perguntei.
   - Eu, já. – Cait pareceu animada. – Um vestido vermelho lindo.
   - Hum... Vermelho, a cor da paixão! – ri.
   - Bom, o meu vestido vocês duas já viram. Você vai usar aquele branco que você comprou uns dias antes da viagem, (Seu Nome)? – perguntou Manu, mas ela percebeu o meu silêncio suspeito. – Você... Não o trouxe, não é mesmo?
   - É, não trouxe. – admiti. – Eu estava pensando em sair para procurar algo. Vocês querem vir comigo?
   - Tipo, amiga, querer eu até quero, mas... Sinceramente, acho melhor você ir o mais rápido possível, para achar algo bom e, como eu e a Cait ainda temos que acabar aqui... – Manu fez uma cara de cachorrinho fofa.
    - Ok, sem problemas! – sorri. – Então eu vou ir tomar banho, para...
    - MAS VOCÊ NÃO VAI MESMO! – berrou Cait.
    - ISSO MESMO, DONA (SEU NOME COMPLETO)! – concordou Manu. – Nós A-C-A-B-A-M-O-S de deixar as suas unhas lindas e a senhorita quer estragar todo nosso trabalho? Nada disso! E pode ir se sentando aí até o esmalte secar!
    - Está bom, bobonas!

    Me sentei ao lado delas e, fiquei rindo das palhaçadas das duas meninas mais bobas e divertidas do mundo. Até que depois de uma boa meia-hora, eu finalmente, tive permissão para ir tomar o meu banho. É, pois é...

    Enfim, peguei um short e uma blusa branca simples para vestir e, em seguida, corri para entrar logo debaixo do chuveiro. Precisava sair de casa o mais rápido possível. Mas o plano não deu muito certo, porque eu fique mais tempo que o necessário debaixo d’água, fazendo essas coisas que só dá para fazer no banho, tipo cantar Adele e pensar sobre a vida...

    - (Seu Nome), VOCÊ MORREU AÍ DENTRO?

    Foi com esse grito da Cait que eu, finalmente, percebi que tinha coisas para fazer e, assim, desliguei o chuveiro. Em seguida, sequei meu corpo e me vesti, pronta para partir para o shopping. Só tinha esquecido uma coisinha...

   - Droga, eu não tenho dinheiro!
   - Pede para o Justin... – Manu falou como se fosse à coisa mais simples do mundo.
   - Eu, não. – fiz um biquinho. – Hum... Caitlin, você é amiga do Justin há muito tempo, não é? Será que você poderia...
   - Ai, ok, eu vou lá falar com ele, mas vai ficar me devendo um favor! – ela se levantou, rindo. – E, você, dona Manuela, fiquei aí paradinha, como estátua! Se você ousar borrar a sua unha, você vai se ver comigo, ok?

     E então, Caitlin saiu, deixando eu e Manu sozinhas no quarto. Assim, percebi Manuela me olhando de um jeito a querer insinuar algo.

   - Que foi? – perguntei.
   - Então, por que a senhorita não foi lá falar com o Justin, hein? Vocês já estão tão íntimos...
   - Primeiro, eu e Justin não somos “íntimos” e, segundo, eu não tenho essa cara de pau para ficar pedindo dinheiro para as pessoas, sabia?-argumentei
   - Sei, eu pensei que era porque você estava com medinho de ir lá falar com ele e ser agarrada. – ela riu.
   - Você é muito boba, dona Manuela! – falei, cruzando os braços. – Se eu fosse você, não provocava muito ou você quer que eu comece a falar sobre o Ryan.
   - Quê? Hã? Que Ryan? Falar o quê? – ela “perguntou”, gaguejando.
   - Manu, não minta para mim! Eu te conheço mais do que você mesma e estou percebendo os seus olhares “quero ficar com você” que você a senhorita tem mandado para ele,ok?
   - Eu não... – ela tentou falar.
   - Pronto, voltei! – Caitlin entrou pelo quarto, batendo a porta e, acidentalmente, interrompendo Manuela.- Toma...
   - Valeu e... Trezentos dólares?- percebi, assustada. – Para quê tudo isso?
   - Bom, o Justin pediu para eu te dizer que é para você comprar o vestido mais lindo e sexy que encontrar. – ela riu e Manuela a acompanhou.
   - Hum... Isso é porque você nem são íntimos, né, Dona (Seu Nome)? – Manuela aproveitou a oportunidade para me zoar. Que “incomum”, não?
   - Ah, me deixem,ok?- disse, pegando a minha bolsa e correndo em direção à porta. – Tchau para vocês!

    Ouvi as duas bestas rindo, antes de, finalmente, fechar a porta e correr pelas escadas. Passei pela sala, apressada, mas pude perceber Justin e Chris sentados, prestando atenção na televisão.

    Tinha acabado de sair pela porta principal, quando percebi Justin me alcançando. Pensei em correr, mas iria parecer infantil demais, então, decidi parar, mesmo que algo me dissesse para não fazer isso.

   - Ei, você está indo aonde? – perguntou, quando finalmente chegou até mim.
   - Estou indo ao shopping, você sabe... – encarei-o por alguns segundos.
   - Sei... Mas... Hã... Você quer companhia?
   - Na verdade... Não! – tentei não parecer grossa. – Hã... Eu prefiro escolher essas coisas sozinhas e...
    - Ah, ok, tudo bem!- ele falou, mas sua expressão não demonstrava o mesmo que suas palavras. – Hã... Vem um táxi ali!

    Justin fez sinal para que o táxi parasse e, assim que este o fez, ele me deu (mais) dinheiro para pagar o motorista. Isso me fez ficar tão sem-graça... Ele estava, como sempre, sendo gentil e, eu tentava ser fria, como no dia em que o conheci. Eu realmente não queria fazer isso, mas, pelo para mim, é mais seguro.

    Entrei no carro e, assim que este acelerou, acenei suavemente para o Justin, ele fez o mesmo, sorrindo de forma não tão sincera. Isso fez com que eu me sentisse uma monstra, mas eu não vou ser fraca de novo. Eu TENHO que evitar que“isso” vá mais longe do que já foi.

    Cheguei ao shopping, mais rápido do que esperava. Tinha quase certeza de que iria me perder dentro daquele lugar enorme, mas não aconteceu. Eu me lembrava bem da última vez que estivera ali. Andei por diversas lojas, até achar o vestido mais perfeito do mundo, pelo menos parecia, para mim. Logo que o estava experimentando, escutei um barulho estranho vindo do lado de fora do shopping. Por favor, não seja o que eu estou pensando...

    Decidi levar aquele mesmo. Era lindo demais para que eu o abandonasse. Enfim, paguei-o e, assim, quando estava saindo do shopping, percebi que aquele “barulho” era mesmo o que eu pensava: uma chuva daquelas horríveis que caem do nada, mas são praticamente um dilúvio.

   Pensei em ficar um tempo ainda no shopping para ver se passava, mas isso não parecia que iria acontecer. Assim só me restava uma alternativa, tentar pegar um táxi o mais rápido possível, para não me molhar tanto.

   Corri para chegar à outra rua, onde, em geral, passava mais táxis. E eu estava obtendo sucesso, quando escorreguei em uma poça enorme e caí, me espatifando no chão duro e ensopado. Isso só podia acontecer comigo mesmo. Droga!

   Tentei me levantar, mas não consegui. Sentia um dor enorme no pé direito. Obviamente, não parecia quebrado, mas talvez o tivesse torcido... No meio dessa situação, que provavelmente só uma pessoa como eu entraria, peguei o meu celular e, fiz a única coisa que consegui: Discar para o número da minha melhor amiga.
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Ok, lindas, aí está o outro capítulo que prometi! :)
Na verdade, eu tinha planos para postar três capítulo, mas eu não conseguir terminar o terceiro. Enfim, amanhã de manhã cedinho, eu tento postar (já que de noite, não vai dar, pois tenho que estudar para um teste de matemática e tudo mais, enfim...).

Eu espero que vocês tenham gostado do capítulo (Acreditem em mim quando eu digo que "a parte que vocês mais esperam" está chegando... :D Não sei se vai agradar a vocês, porque... Bom, isso é assunto para outro capítulo não é mesmo? hahahah)
Enfim, era para eu ter um papo"sério" com vocês, mas agora nem vai dar. Então... Quando der, eu falo com vocês, ok? Ok! Enfim, eu espero que vocês gostem do capítulo! :)
Boooa noite!

(A imagem do post é da jenny sundae, yeah)